Há 69 anos o SENAI vem capacitando brasileiros em todos os cantos do país para atuar na indústria. E agora, com o lançamento do PRONATEC do Governo Federal, o SENAI vai dobrar o número de matrículas na educação profissional, passando a 4 milhões de novas matrículas por ano até 2014.
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC é um conjunto de ações do Governo Federal que visa à expansão e à democratização da oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de formação inicial e continuada de trabalhadores.
Uma iniciativa que vai trazer mais competitividade para a indústria, desenvolvimento para o país e qualidade de vida para o trabalhador. Porque é de iniciativa que o Brasil precisa para crescer.
Fonte: http://www.vocenaindustria.com.br
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
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Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro
O Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro é uma iniciativa do Sistema FIRJAN para a construção de uma visão estratégica compartilhada para o estado, com o alinhamento das lideranças empresariais em torno de objetivos, indicadores, metas e ações estratégicas para os próximos dez anos (2006-2015).
Propostas Concretas
O documento apresenta propostas concretas dos empresários para a solução dos principais problemas do estado, para elevar a qualidade de vida e garantir o crescimento econômico, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, agrupadas em 13 temas estratégicos. Todas as propostas foram detalhadas e encaminhadas às principais lideranças políticas do estado e do país, incluindo os candidatos ao governo estadual e à presidência da República nas eleições 2006.
Participação Efetiva
Estas propostas são resultado de debates e estudos de mais de mil empresários das mais diferentes áreas e regiões do estado, de especialistas renomados, das universidades, das autoridades públicas e da equipe técnica da FIRJAN que, juntos, identificaram as bases necessárias ao desenvolvimento, estabeleceram focos de atuação e apresentaram soluções.
O Mapa em Movimento
O Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro está em constante movimento. Suas metas, propostas e indicadores serão objeto de constante acompanhamento e atualização, fruto da contribuição de cada um, não só para a construção de um amanhã promissor, mas para o estabelecimento de um presente em que a vida tenha um novo sentido.
Acompanhe a evolução do Mapa e participe, dando sua contribuição para o desenvolvimento de nosso estado.
Baixe o arquivo completo do Mapa (arquivo PDF - 2,6 Mb)
Fonte: http://www.firjan.org.br
Propostas Concretas
O documento apresenta propostas concretas dos empresários para a solução dos principais problemas do estado, para elevar a qualidade de vida e garantir o crescimento econômico, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, agrupadas em 13 temas estratégicos. Todas as propostas foram detalhadas e encaminhadas às principais lideranças políticas do estado e do país, incluindo os candidatos ao governo estadual e à presidência da República nas eleições 2006.
Participação Efetiva
Estas propostas são resultado de debates e estudos de mais de mil empresários das mais diferentes áreas e regiões do estado, de especialistas renomados, das universidades, das autoridades públicas e da equipe técnica da FIRJAN que, juntos, identificaram as bases necessárias ao desenvolvimento, estabeleceram focos de atuação e apresentaram soluções.
O Mapa em Movimento
O Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro está em constante movimento. Suas metas, propostas e indicadores serão objeto de constante acompanhamento e atualização, fruto da contribuição de cada um, não só para a construção de um amanhã promissor, mas para o estabelecimento de um presente em que a vida tenha um novo sentido.
Acompanhe a evolução do Mapa e participe, dando sua contribuição para o desenvolvimento de nosso estado.
Baixe o arquivo completo do Mapa (arquivo PDF - 2,6 Mb)
Fonte: http://www.firjan.org.br
SENAI abre 1.620 vagas gratuitas para cursos à distância
O SENAI do Rio abriu inscrições para cursos gratuitos de qualificação profissional à distância para aqueles que não têm condições de pagar pelos estudos. As oportunidades são para os cursos de Assistente de Logística, que qualificará o aluno para a prestação de suporte na recepção, armazenagem e expedição de materiais; Operador de Telemarketing, que prepara o aluno para o teleatendimento em relação a produtos e serviços; e Operador de Suporte Técnico em TI (HelpDesk), que qualifica para o suporte de TI aos usuários de microcomputadores.
Os interessados devem ter idade mínima de 17 anos, estar cursando ou ter concluído o 2º ano do Ensino Médio. As inscrições vão até o dia 19 de dezembro, através do site www.firjan.org.br/educamais .
Durante a inscrição, o candidato fará o agendamento de prova objetiva on line, que deverá ser realizada de 23 de novembro a 21 de dezembro de 2011. As questões envolvem as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico. A relação dos aprovados será divulgada no dia 27 de dezembro.
Os cursos têm início no dia 04 de fevereiro, com carga horária de 160 horas cada, sendo que 32 delas são presenciais. Serão oito aulas presenciais obrigatórias, que acontecerão no SENAI Jacarepaguá (Av. Geremário Dantas, 940 - Freguesia), Macaé (Est. Virgem Santa, s/nº, Quadra 2 – Botafogo), Maracanã (São Francisco Xavier, 417) e Niterói (Rua Gereral Castrioto, 460 – Barreto).
Ao final, os estudantes receberão certificado de qualificação profissional do SENAI. Mais informações sobre os cursos podem ser obtidas através do 0800-0231231 e do www.firjan.org.br/educamais
Fonte: http://www.firjan.org.br
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CURSOS GRATUITOS A DISTÂNCIA: INSCRIÇÕES ABERTAS DE 21/11 a 19/12.
Os cursos ofertados:
Os interessados devem ter idade mínima de 17 anos, estar cursando ou ter concluído o 2º ano do Ensino Médio. As inscrições vão até o dia 19 de dezembro, através do site www.firjan.org.br/educamais .
Durante a inscrição, o candidato fará o agendamento de prova objetiva on line, que deverá ser realizada de 23 de novembro a 21 de dezembro de 2011. As questões envolvem as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico. A relação dos aprovados será divulgada no dia 27 de dezembro.
Os cursos têm início no dia 04 de fevereiro, com carga horária de 160 horas cada, sendo que 32 delas são presenciais. Serão oito aulas presenciais obrigatórias, que acontecerão no SENAI Jacarepaguá (Av. Geremário Dantas, 940 - Freguesia), Macaé (Est. Virgem Santa, s/nº, Quadra 2 – Botafogo), Maracanã (São Francisco Xavier, 417) e Niterói (Rua Gereral Castrioto, 460 – Barreto).
Ao final, os estudantes receberão certificado de qualificação profissional do SENAI. Mais informações sobre os cursos podem ser obtidas através do 0800-0231231 e do www.firjan.org.br/educamais
Fonte: http://www.firjan.org.br
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CURSOS GRATUITOS A DISTÂNCIA: INSCRIÇÕES ABERTAS DE 21/11 a 19/12.
No período de 21 de novembro a 19 de dezembro de 2011 serão abertas as inscrições para o processo seletivo de três cursos à distância de Qualificação Profissional. Serão 1620 vagas gratuitas em cursos de: Assistente de Logística, Operador de Telemarketing e Operador de HelpDesk. Os cursos possuem uma carga horária total de 160 horas, sendo que 32 horas serão presenciais, aos sábados. Os alunos poderão optar em realizar o curso (encontros presenciais) nas seguintes unidades do SENAI: Maracanã (Artes Gráficas), Jacarepaguá, Niterói ou Macaé. Mais informações consulte o edital no link abaixo. A partir do dia 21/11 estaremos disponibilizando o acesso às inscrições que serão realizadas neste site.
O curso Assistente de Logística objetiva prestar suporte na recepção, armazenagem e expedição de materiais segundo normas técnicas. De acordo com a Aslog (Associação Brasileira de Logística) o mercado de serviços logísticos emprega mais de 150 mil profissionais em todo o Brasil e vem crescendo a uma taxa de 30% ao ano.
O curso de Operador de Telemarketing visa prestar teleatendimento a clientes em relação a produtos e serviços seguindo roteiros e scripts. A prefeitura do Rio tem como proposta atrair empresas de telemarketing, estimando entre 100 mil a 120 mil empregos na região. A grande expectativa é a contratação de jovens.
O curso de Operador de Suporte Técnico em TI (HelpDesk) objetiva prover suporte de TI aos usuários de acordo com padrões técnicos. O trabalho de teleoperadores é uma profissão cada vez mais requisitada pelo mercado em função do processo de modernização tecnológica, sendo uma boa opção para a inserção de jovens no mercado.
Fonte: http://www.firjan.org.br
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Nem tudo são flores, pois também há espinhos!
Flores: Entrega em tempo recorde!
Espinhos: Desconto para pagamento à vista não concedido!
Comprei um celular no site Extra.com na 5ª feira (24/11), após as 20:00h, com previsão de entrega para o dia 2 de dezembro (6 dias úteis após a compra).
Passei a fazer o rastreamento com os Correios, e nisso a previsão foi antecipada para o dia 1º (5 dias úteis após a compra). Mas, através do rastreamento eu notei que o pedido estava rapidamente passando de uma etapa para a outra, e confirmando minha previsão, recebi a encomenda ontem (28/11), na parte da tarde. Ou seja, 2 dias úteis após a compra
Veja o andamento do pedido:
25/11/2011 - 12:30 CTE JAGUARE - SAO PAULO/SP - Postado
25/11/2011 - 22:57 CTE JAGUARE - SAO PAULO/SP - Encaminhado
Encaminhado para CTE BENFICA - RIO DE JANEIRO/RJ
26/11/2011 - 08:43 CTE BENFICA - RIO DE JANEIRO/RJ - Encaminhado
Encaminhado para CDD QUEIMADOS - QUEIMADOS/RJ
28/11/2011 - 10:56 CDD QUEIMADOS - QUEIMADOS/RJ - Saiu para entrega
28/11/2011 - 19:42 CDD QUEIMADOS - QUEIMADOS/RJ - Entregue
Parte 2 - Reclamação: Desconto para pagamento à vista não concedido! (Espinhos)
Na página do produto diz que tem desconto para pagamento no boleto ou débito online (minha opção), mas não obtive o desconto (Mais vantagem pra você, por R$ 116,10 , no pagamento em boleto ou débito online);
Acabei pagando o preço normal: R$ 129,00.
Página do produto:
Recomendo, desde que seja por um site conhecido/confiável.
Já comprei nos sites: Extra.com.br, Americanas.com.br, SomLivre.com, CentralGospel.com.br, AmoFamília.com.br, MundoCristão.com.br, SBB.com.br, entre outros.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Viver sem Limite vai atender pessoas com deficiência
A presidenta Dilma Rousseff lançou hoje o Viver sem Limite - Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover a cidadania e o fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade. A intenção é dar autonomia a essas pessoas, eliminando barreiras e permitindo acesso igualitário a bens e serviços disponíveis a toda a população.
O programa prevê investimentos federais de R$ 7,6 bilhões até 2014 e as ações serão executadas em conjunto por 15 órgãos do Governo Federal, sob coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).
O Viver sem Limite visa implantar uma série de ações estratégicas em diversas áreas, como Educação, com disponibilização de transporte acessível, adequação arquitetônica e oferta de vagas; e Saúde, com ampliação de ações de prevenção, sistema de monitoramento e fortalecimento de ações de habilitação e reabilitação.
Além disso, há ações voltadas para a Inclusão Social, com implantação de Centros de Referência para oferecer apoio às pessoas com deficiência em situação de risco, como extrema pobreza, abandono e isolamento social; e Acessibilidade, adequando programas como Minha Casa, Minha Vida 2, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e Copa de 2014.
Saiba mais
Fonte: http://acao.dilma.com.br/
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Quantos são os evangélicos no Brasil?
Para uns somos 20,2%, ou cerca de 40 milhões de pessoas. Outros falam em 51,1 milhões. Os mais otimistas falam que em 2020 seremos mais da metade da população, ou cerca de 105 milhões de almas.
Por Marcos Stefano
A velha máxima de que os números não mentem pode estar com os dias contados. Pelo menos, no que diz respeito a estatísticas sobre religião no Brasil. Contrariando as últimas pesquisas sobre a fé no país, que apontam os evangélicos como sendo 20,2% da população – ou menos de 40 milhões de pessoas –, diversas denominações apostam em um panorama mais otimista, no qual os crentes já seriam atualmente 51,1 milhões. Dizem mais: que, caso se mantenham as atuais taxas de crescimento do segmento cristão evangélico, os crentes em Jesus serão, já em 2020, mais da metade da população brasileira, o que equivaleria a 105 milhões de almas. Números evangelásticos (termo cunhado para se referir aos constantes exageros dos crentes) à parte,o certo é que organizações que se dedicam a estatísticas religiosas trabalham com números que apontam uma maioria religiosa protestante no Brasil em apenas dez anos.
O cálculo é feito por organizações como o Departamento de Pesquisas da Sepal (Servindo Pastores e Líderes) e o Ministério Apoio com Informação (MAI), levando em conta a taxa de crescimento que os evangélicos tiveram nas últimas décadas, sobretudo a de 1990. As projeções têm como ponto de partida os Censos periódicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo levantamento de 1991, por exemplo, sabe-se que os evangélicos eram 13 milhões naquele tempo, ou 8,9% da população brasileira. Nove anos depois, em 2000, já haviam dobrado de tamanho, passando a ser 26, 1 milhões, 15,45%. “Se o crescimento anual se mantiver nesses patamares, de cerca de 7,4% ao ano, poderemos ter, sim, mais de 50% da população brasileira composta por evangélicos”, aponta o pastor Luis André Bruneto, ligado ao Departamento de Pesquisas da Sepal. “Tudo bem que a tendência mais para frente é que esse aumento venha a se estabilizar. Mas, levando-se em conta a taxa de crescimento anual dos evangélicos, que é mais de três vezes o da população do país em geral, podemos dizer que hoje um em cada quatro brasileiros é protestante”, confirma a matemática Eunice Zillner, do MAI.
Em relação às disparidades de números com um dos últimos levantamentos feitos, o Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV), baseado nos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, Bruneto aponta que essa classificação pode ser imprecisa. O estudo destaca uma estabilidade do crescimento pentecostal, que fica em 12% do total da população, um pequeno crescimento das denominações históricas, que passam de 5,39% para 7,47%, e um forte aumento daqueles que se dizem evangélicos, mas não estão em nenhuma denominação específica. “Essas nuances já eram esperadas quando comparadas as mesmas curvas estatísticas entre os censos de 1980 e 2000. Por outro lado, o Mapa das Religiões coloca as quase 200 classificações batistas como ‘históricas’, quando a maioria desse grupo deveria ser classificada como ‘pentecostal’. Em contrapartida, a Universal do Reino de Deus, que sofre grande concorrência, é tida também como ‘pentecostal’ – mesmo grupo no qual foram incluídas as Testemunhas de Jeová no estudo”, critica.
Apesar deste e outros notáveis equívocos, o Mapa das Religiões também confirma o que diversos estudiosos do fenômeno religioso brasileiro já vinham falando: o crescimento econômico e as melhores condições sociais e educacionais no Brasil favoreceriam uma migração de fiéis para igrejas históricas, conhecidas pelo ensino bíblico mais profundo e pela organização eclesiástica que favorece maior participação dos membros, inclusive em termos administrativos. Já o aumento explosivo dos evangélicos, hora ou outra, acabaria levando a um processo de secularização, com o surgimento de crentes apenas “nominais”. Ou seja, é gente que se identifica como protestante por ter nascido ou feito parte de uma denominação, mas agora não frequenta mais a igreja.
PADRÕES HISTÓRICOS
Tais nuances fazem com que muita gente fique com a pulga atrás da orelha com previsões muito otimistas neste aspecto. Mesmo trabalhando com os números, o próprio Bruneto é um que recomenda cautela. “Não se tratam de dados reais. São apenas projeções e perigosas”, observa. Como se está lidando com pessoas, e não com uma ciência exata, é bom deixar claro que a dinâmica populacional é muito intensa e que disparidades e mudanças dificultam a concretização de muitas previsões. Um bom exemplo é o surgimento do secularismo e a queda do crescimento de qualquer religião, comuns após a terceira ou quarta gerações dos convertidos. Exemplo disso acontece na Região Sul, justamente onde aportaram os luteranos, primeiros protestantes a chegarem ao Brasil como grupo organizado, a partir de 1824, com a imigração germânica. No Rio Grande do Sul, é possível encontrar a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro, com 80,4% de crentes, a apenas 20 quilômetros de uma das menos evangélicas, Alto Alegre, com 0,28% de protestantes. Outro caso é Timbó, em Santa Catarina. Lá, a Igreja Luterana tem mais de 15 mil membros, mas apenas 40 pessoas participam de seus cultos a cada domingo.
“Não existem estudos sérios e estatísticas confiáveis que nos permitam acreditar que o Brasil terá maioria evangélica em uma década”, sentencia o sociólogo Paul Freston, professor catedrático de religião e política na Wilfrid Laurier University, no Canadá, e colaborador na pós-graduação em sociologia na Universidade Federal de São Carlos (SP). Ele defende que, para fazer uma conta mais próxima da realidade, é necessário considerar os padrões históricos de crescimento dos evangélicos a partir dos anos 1950 e não somente na década de 90, quando houve um “pulo”. “Tempos atrás, também falaram que alguns países da América Central teriam a maior de parte de suas populações composta por evangélicos ainda antes da virada do milênio. Claro, isso não se confirmou. Se uma religião avança, outras respondem para frear a perda de fieis”, argumenta o estudioso.
Freston, que é evangélico, diz que já foi considerado um homem sem fé por causa de suas posições mais conservadoras, mas prefere optar por estimativas que considera mais realistas. “Se o crescimento não continuar tão acelerado, os evangélicos terão fracassado? De forma alguma”, ressalva. “A se confirmar o maior crescimento dos tradicionais, devemos levar em conta que, durante 25 anos, pentecostais e neopentecostais estiveram na linha de frente do avanço evangélico no Brasil. Mas essa perda de vigor também precisa ser melhor analisada. O processo pode mostrar uma perda de capacidade de diálogo dos evangélicos com a sociedade. E isso pode trazer consequências ruins a longo prazo”, alerta. Até a divulgação dos números definitivos do Censo 2010, que se promete para o ano que vem – e mesmo depois disso, já que eles parecem tão inconclusivos –, muita água vai correr sob essa ponte.
Fonte: http://cristianismohoje.com.br
Por Marcos Stefano
A velha máxima de que os números não mentem pode estar com os dias contados. Pelo menos, no que diz respeito a estatísticas sobre religião no Brasil. Contrariando as últimas pesquisas sobre a fé no país, que apontam os evangélicos como sendo 20,2% da população – ou menos de 40 milhões de pessoas –, diversas denominações apostam em um panorama mais otimista, no qual os crentes já seriam atualmente 51,1 milhões. Dizem mais: que, caso se mantenham as atuais taxas de crescimento do segmento cristão evangélico, os crentes em Jesus serão, já em 2020, mais da metade da população brasileira, o que equivaleria a 105 milhões de almas. Números evangelásticos (termo cunhado para se referir aos constantes exageros dos crentes) à parte,o certo é que organizações que se dedicam a estatísticas religiosas trabalham com números que apontam uma maioria religiosa protestante no Brasil em apenas dez anos.
O cálculo é feito por organizações como o Departamento de Pesquisas da Sepal (Servindo Pastores e Líderes) e o Ministério Apoio com Informação (MAI), levando em conta a taxa de crescimento que os evangélicos tiveram nas últimas décadas, sobretudo a de 1990. As projeções têm como ponto de partida os Censos periódicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo levantamento de 1991, por exemplo, sabe-se que os evangélicos eram 13 milhões naquele tempo, ou 8,9% da população brasileira. Nove anos depois, em 2000, já haviam dobrado de tamanho, passando a ser 26, 1 milhões, 15,45%. “Se o crescimento anual se mantiver nesses patamares, de cerca de 7,4% ao ano, poderemos ter, sim, mais de 50% da população brasileira composta por evangélicos”, aponta o pastor Luis André Bruneto, ligado ao Departamento de Pesquisas da Sepal. “Tudo bem que a tendência mais para frente é que esse aumento venha a se estabilizar. Mas, levando-se em conta a taxa de crescimento anual dos evangélicos, que é mais de três vezes o da população do país em geral, podemos dizer que hoje um em cada quatro brasileiros é protestante”, confirma a matemática Eunice Zillner, do MAI.
Em relação às disparidades de números com um dos últimos levantamentos feitos, o Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV), baseado nos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, Bruneto aponta que essa classificação pode ser imprecisa. O estudo destaca uma estabilidade do crescimento pentecostal, que fica em 12% do total da população, um pequeno crescimento das denominações históricas, que passam de 5,39% para 7,47%, e um forte aumento daqueles que se dizem evangélicos, mas não estão em nenhuma denominação específica. “Essas nuances já eram esperadas quando comparadas as mesmas curvas estatísticas entre os censos de 1980 e 2000. Por outro lado, o Mapa das Religiões coloca as quase 200 classificações batistas como ‘históricas’, quando a maioria desse grupo deveria ser classificada como ‘pentecostal’. Em contrapartida, a Universal do Reino de Deus, que sofre grande concorrência, é tida também como ‘pentecostal’ – mesmo grupo no qual foram incluídas as Testemunhas de Jeová no estudo”, critica.
Apesar deste e outros notáveis equívocos, o Mapa das Religiões também confirma o que diversos estudiosos do fenômeno religioso brasileiro já vinham falando: o crescimento econômico e as melhores condições sociais e educacionais no Brasil favoreceriam uma migração de fiéis para igrejas históricas, conhecidas pelo ensino bíblico mais profundo e pela organização eclesiástica que favorece maior participação dos membros, inclusive em termos administrativos. Já o aumento explosivo dos evangélicos, hora ou outra, acabaria levando a um processo de secularização, com o surgimento de crentes apenas “nominais”. Ou seja, é gente que se identifica como protestante por ter nascido ou feito parte de uma denominação, mas agora não frequenta mais a igreja.
PADRÕES HISTÓRICOS
Tais nuances fazem com que muita gente fique com a pulga atrás da orelha com previsões muito otimistas neste aspecto. Mesmo trabalhando com os números, o próprio Bruneto é um que recomenda cautela. “Não se tratam de dados reais. São apenas projeções e perigosas”, observa. Como se está lidando com pessoas, e não com uma ciência exata, é bom deixar claro que a dinâmica populacional é muito intensa e que disparidades e mudanças dificultam a concretização de muitas previsões. Um bom exemplo é o surgimento do secularismo e a queda do crescimento de qualquer religião, comuns após a terceira ou quarta gerações dos convertidos. Exemplo disso acontece na Região Sul, justamente onde aportaram os luteranos, primeiros protestantes a chegarem ao Brasil como grupo organizado, a partir de 1824, com a imigração germânica. No Rio Grande do Sul, é possível encontrar a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro, com 80,4% de crentes, a apenas 20 quilômetros de uma das menos evangélicas, Alto Alegre, com 0,28% de protestantes. Outro caso é Timbó, em Santa Catarina. Lá, a Igreja Luterana tem mais de 15 mil membros, mas apenas 40 pessoas participam de seus cultos a cada domingo.
“Não existem estudos sérios e estatísticas confiáveis que nos permitam acreditar que o Brasil terá maioria evangélica em uma década”, sentencia o sociólogo Paul Freston, professor catedrático de religião e política na Wilfrid Laurier University, no Canadá, e colaborador na pós-graduação em sociologia na Universidade Federal de São Carlos (SP). Ele defende que, para fazer uma conta mais próxima da realidade, é necessário considerar os padrões históricos de crescimento dos evangélicos a partir dos anos 1950 e não somente na década de 90, quando houve um “pulo”. “Tempos atrás, também falaram que alguns países da América Central teriam a maior de parte de suas populações composta por evangélicos ainda antes da virada do milênio. Claro, isso não se confirmou. Se uma religião avança, outras respondem para frear a perda de fieis”, argumenta o estudioso.
Freston, que é evangélico, diz que já foi considerado um homem sem fé por causa de suas posições mais conservadoras, mas prefere optar por estimativas que considera mais realistas. “Se o crescimento não continuar tão acelerado, os evangélicos terão fracassado? De forma alguma”, ressalva. “A se confirmar o maior crescimento dos tradicionais, devemos levar em conta que, durante 25 anos, pentecostais e neopentecostais estiveram na linha de frente do avanço evangélico no Brasil. Mas essa perda de vigor também precisa ser melhor analisada. O processo pode mostrar uma perda de capacidade de diálogo dos evangélicos com a sociedade. E isso pode trazer consequências ruins a longo prazo”, alerta. Até a divulgação dos números definitivos do Censo 2010, que se promete para o ano que vem – e mesmo depois disso, já que eles parecem tão inconclusivos –, muita água vai correr sob essa ponte.
Fonte: http://cristianismohoje.com.br
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Programa visa melhorar acesso ao ensino técnico e profissional
Quarta-feira, 26 de outubro de 2011
O programa pretende aumentar a produtividade da economia e a renda da população, além de fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da educação profissional e tecnológica.
Até 2014, o governo federal vai investir R$ 24 bilhões no programa, destinados à oferta de 8 milhões de vagas em cursos de formação técnica e profissional, sendo 30% dos investimentos aplicados nas regiões Norte e Nordeste.
O Pronatec vai destinar, ainda, 1,1 milhão de vagas em cursos de educação profissional para os beneficiários do programa Brasil sem Miséria. Para isso, serão firmadas parcerias com as prefeituras, responsáveis pela mobilização da população adulta do Bolsa Família que terá acesso aos cursos.
Leia mais sobre o Pronatec.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Preconceito
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".
De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo". Exemplos: "todos os alemães são prepotentes", "os americanos formaram grandes grupos arrogantes", "todos os ingleses são frios". Observar características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação, caso contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem física por si só não representam preconceito, elas podem estar denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou educativa.
Observa-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.
Os sentimentos negativos em relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o fator comportamental. Segundo Max Weber (1864-1920), o indivíduo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil, negativa ou agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como preconceito.
Segundo Paradela e colaboradores (2006), alguns buscam utilizar a ciência, especialmente a "genética", para criar situações que justifiquem o preconceito. De tal forma, os autores definem que que os fundamentos evolutivos para o surgimento da espécie humana e os aspectos genéticos a respeito da expressão de genes fornecem respaldo para a afirmação de que não há raças humanas. Adicionalmente, a classificação dessas supostas raças por características como cor de pele e inteligência não é aceitável.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito
Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".
De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo". Exemplos: "todos os alemães são prepotentes", "os americanos formaram grandes grupos arrogantes", "todos os ingleses são frios". Observar características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação, caso contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem física por si só não representam preconceito, elas podem estar denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou educativa.
Observa-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.
Os sentimentos negativos em relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o fator comportamental. Segundo Max Weber (1864-1920), o indivíduo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil, negativa ou agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como preconceito.
Segundo Paradela e colaboradores (2006), alguns buscam utilizar a ciência, especialmente a "genética", para criar situações que justifiquem o preconceito. De tal forma, os autores definem que que os fundamentos evolutivos para o surgimento da espécie humana e os aspectos genéticos a respeito da expressão de genes fornecem respaldo para a afirmação de que não há raças humanas. Adicionalmente, a classificação dessas supostas raças por características como cor de pele e inteligência não é aceitável.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito
Meu desempenho no ENEM 2011
Tive 113 respostas corretas no ENEM:
33 (Ciências Humanas e suas Tecnologias)
+ 20 (Ciências da Natureza e suas Tecnologias)
35 (Linguagens, Códigos e suas Tecnologias)
25 (Matemática e suas Tecnologias)
____
113
Agora falta saber como fui na redação...
E você, como se saiu?
Veja as provas e os gabaritos:
enem.inep.gov.br
33 (Ciências Humanas e suas Tecnologias)
+ 20 (Ciências da Natureza e suas Tecnologias)
35 (Linguagens, Códigos e suas Tecnologias)
25 (Matemática e suas Tecnologias)
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113
Agora falta saber como fui na redação...
E você, como se saiu?
Veja as provas e os gabaritos:
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