terça-feira, 5 de abril de 2011

Matérias sobre a passagem de nível em Austin

Parceiros do RJ mostram riscos de atravessar linha de trem na Baixada
Há 30 anos moradores de Austin, em Nova Iguaçu, pedem uma solução. No local, onde já ocorreram acidentes, não há viaduto ou cancela.



Moradores de Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, se arriscam diariamente para atravessar uma linha de trem que corta a região, por onde passam carros e pedestres. A linha do ramal de Japeri corta a cidade ao meio.
Os Parceiros do RJ Petter MC e Mariane Del Rei foram até o local e mostraram as dificuldades dos moradores para trafegar na área próxima à estação de trem.
No local, não há viaduto ou cancela para solucionar a passagem. Há 30 anos os moradores pedem uma solução.
A professora Fabiana Dias conta que muitos acidentes já aconteceram por lá. “A gente vê bastante acidente e tumulto. Às vezes o sinal tá ruim, a gente não sabe se vem trem, se não vem, então é esse tumulto todos os dias, e já tivemos vários acidentes gravíssimos, inclusive, várias mortes”, disse. Há um ano, uma placa anunciando a construção do viaduto foi colocada, mas nada foi feito. Os moradores afirmam que a construção nunca aconteceu.Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER), foi necessário fazer alguns ajustes no projeto, a pedido da própria prefeitura de Nova Iguaçu. Com isso, as obras vão demorar pelo menos um ano para ficarem prontas.
Fonte: G1
________________________________________________
Acompanhe o fórum de discussões que acontece na comunidade Austin, no Orkut, que trata da construção do viaduto: (Clique no título)

Vejam outras matérias que já falavam sobre o assunto:
Moradores de Austin, em Nova Iguaçu, esperam viaduto há 30 anos
Os moradores de Austin reivindicam há mais de 30 anos a construção de um viaduto que atrevesse a linha férrea, próximo a estação de trem, no centro do bairro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em março, três placas que anunciam a construção foram colocadas próximo à cancela onde é feito o cruzamento do trânsito com a ferrovia. No entanto, a esperança da população está indo embora. Até agora, nenhuma máquina ou operário apareceu para começar a obra.
O servidor público Carlos Alberto Sousa Reis, de 46 anos, e morador da região há 42, diz que já viu vários acidentes no local. 
- Já vi caminhão, carro e ônibus baterem no trem. À noite, escuro, o trem vem direto da curva e muitos não vêem – conta ele. 
- Aqui é uma via movimentada. Na hora em que o trem passa, os carros ficam esperando, dos dois lados, de forma desorganizada e o trânsito fica horrível – explica. 
De acordo com o projeto apresentado aos moradores, um viaduto ligaria a Avenida Inconfidente à Rua Coronel Monteiro de Barros, o que acabaria com a travessia de carros e pedestres pela linha do trem. 
O Departamento de Estradas e Rodagens (DER) informou que a demora para o início das obras se deu pela falta de entendimento das necessidades do município o que provocou diversas alterações no projeto. Além disso, as fortes mudanças climáticas, com chuvas e temporais, destruíram pontes e rodovias o que obrigou o DER a empregar verbas em obras emergenciais. 
Segundo o departamento, o início da obra está previsto para a segunda quinzena de setembro. O investimento será de R$ 18 milhões. o conselheiro tutelar Paulo Fernandes Freitas, de 54 anos, conta que o trânsito fica engarrafado.
Fonte: Extra Online
________________________________
Viaduto de Austin vai sair do papel
Sonho antigo dos moradores do bairro, o Viaduto de Austin parece que finalmente sairá do papel. A empreiteira Delta, responsável pela obra, já começou a fixar as placas e deve começar os trabalhos até 30 de abril.
_________________________________________________
Obras do Padem chegam ao município de Nova Iguaçu
A Prefeitura de Nova Iguaçu e o governo do Estado do Rio de Janeiro, assinaram os primeiros convênios para a realização de novas obras no município. Ao todo serão investidos R$ 123,5 milhões, em obras de infraestrutura – instalação de redes de drenagem de águas pluviais, implantação de redes de esgotamento sanitário e pavimentação. Nesta sexta-feira (12/03), foram firmados os convênios com recursos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (PADEM) no valor de R$ 32,5 milhões.
A prefeitura fará a execução dos serviços. Entre os bairros beneficiados estão Rodilândia, Inconfidentes, Cacuia, Tinguazinho e Cabuçu. Completam a lista de investimentos, o término da ampliação do Viaduto da Posse e a construção de uma escola em Austin.  “A cidade de Nova Iguaçu vai melhorar muito com essa ajuda do governador Sergio Cabral; vai consolidar o trabalho que já fizemos aqui”, afirmou o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias. O prefeito anunciou também que as obras no bairro Geneciano e no Hospital Jardim Pernambuco já começam na próxima segunda-feira (15/03). Além disso, ele divulgou as inaugurações de mais uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no bairro Botafogo e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e marcou para o dia 30 de março a entrega do Viaduto da Posse.
O vice-governador e secretário estadual de Obras, Luiz Fernando Pezão, foi quem abriu a solenidade detalhando os convênios. Ele aproveitou a ocasião para divulgar que o Governo do Estado fez uma licitação nesta sexta-feira (12/03) no valor de R$ 18 milhões para as obras do Viaduto de Austin e para a conclusão da Avenida Abílio Augusto Távora (antiga Estrada de Madureira), com obras de acostamento, baias de ônibus e recapeamento até o Km 32. Além disso, Pezão anunciou que outros R$ 9 milhões foram licitados para a Estrada Tinguá – Monte Castelo. “A obra referente ao Viaduto de Austin é um sonho antigo do prefeito e do governador, que enfim sairá do papel e facilitará muito a vida dos moradores do bairro. Esta parceria é um sonho antigo e vamos ajudar ao Lindberg a concluir todas as obras”, disse o vice-governador.
A assinatura do convênio aconteceu no Instituto de Educação Santo Antônio (IESA), no Centro de Nova Iguaçu. Além do prefeito Lindberg, do governador e do vice-governador, também estiveram presentes à solenidade o presidente DER-RJ, Henrique Alberto Santos Ribeiro, e secretários municipais e estaduais, além de prefeitos da Baixada Fluminense.
Lista das obras em parceria com o governo estadual:
- Pavimentação, drenagem e recapeamento dos seguintes locais: Estrada de Austin, Estrada de Madureira, Estrada da Palhada, Avenida Luís Mário da Rocha Lima, Estrada do Ambaí, Rua Thomas Fonseca, Estrada de Adrianópolis, Rua João Venâncio Figueiredo, num total de 75 km – R$ 29 milhões.
- Obras de complementação na Estrada do Iguaçu, na Estrada da Posse, na Estrada Luís de Lemos, construção da passarela do Posto 13 e término do Hospital de Jardim Pernambuco – R$ 36 milhões.
- Obras de infraestrutura, drenagem pluvial, esgotamento sanitário e pavimentação em Tinguazinho e Cabuçu – R$ 15 milhões.
- Obras de infraestrutura, drenagem pluvial, esgotamento sanitário e pavimentação no bairro Geneciano, em Miguel Couto – R$ 26 milhões.
- Obras de infraestrutura, drenagem pluvial, esgotamento sanitário e pavimentação em Rodilândia, Inconfidentes e Cacuia e obras de implantação de redes de esgoto e construção de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no bairro Nova Era – R$ 12 milhões.
- Construção da Escola de Austin – R$ 2,3 milhões
- Conclusão do Viaduto da Posse – R$ 3,2 milhões.
Total – R$ 123,5 milhões

________________________________________________


SuperVia afirma que passagem de nível em Austin está sinalizada

Em resposta ao Eu-Repórter enviado pelo leitor Leandro Maia Gonçalves sobre a falta de iluminação e o risco de acidentes em passagem de nível próxima à estação de Austin (clique aqui para reler), a SuperVia informou que o local está  devidamente sinalizado, com comunicação semafórica e sonora, em perfeito funcionamento, de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A concessionária esclareceu também que nos últimos dois anos apenas um acidente, sem gravidade, ocorreu no local, por desrespeito à sinalização. Segundo a SuperVia, de acordo com o edital e o contrato de concessão do sistema ferroviário de passageiros da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a concessionária é responsável apenas pelas passarelas e passagens que possuem acesso às estações ferroviárias, portanto, a construção de passarelas e passagens e a iluminação são de competência do órgão responsável pela via pública.

Fonte: O Globo

__________________________________________________


Falta de iluminação aumento risco de acidente em passagem de nível


  Poucos metros separam minha casa da passagem de nível sobre a via férrea em Austin. Quando cai a noite, a falta de iluminação aumenta o perigo de um acidente, já que o poste da Supervia não vê lâmpada nova desde que a Flumintrens era a responsável por sua manutenção antes da privatização, que não trouxe as melhorias que eram imaginadas pela população.
  Esta passagem de nível é muito perigosa. Já aconteceram muitos acidentes, inclusive com a morte de várias pessoas, e enquanto autoridades não fazem o viaduto, ou uma passagem subterrânea, contamos com a fé em Deus e a sorte, para continuarmos atravessando ali.
Quando chega a noite, a escuridão aumenta o perigo, pois as lâmpadas dos postes não são trocadas há mais de 5 anos. Já fiz reclamação, mas não dão nem bola...
  A irregularidade da passagem dificulta ainda mais a travessia, pois existe um desnível enorme. Tudo isso próximo à uma curva.
  O lixo se acumula às margens da linha férrea. É claro que alguém tem que retirá-lo. Ou a Supervia, que é a dona da área, ou a Prefeitura de Nova Iguaçu, já que somos nós, moradores da cidade, principalmente do bairro de Austin, que sofremos com a aparência que esse lixo dá ao local, com o mau cheiro, os ratos e os insetos. Mas bem que nossa população deveria ter mais noção de civilidade e cidadania, não jogando seu lixo particular em local público, ou em terreno alheio.
  Tem também uma pracinha que fica às escuras e com cheiro de lixo. Além de ambulantes e veículos, que  ocupam as calçadas próximas à linha férrea. Um caos!

Fonte: O Globo

A experiência de Curitiba que pode dar certo em... Nova Iguaçu?

Conheça esse sistema que se implantado com certeza irá resolver os problemas de mobilidade em THE


Imagine esperar um minuto ou até menos por um ônibus; os coletivos não ficarem nas paradas aguardando os passageiros passarem na catraca e pagarem a passagem. Além disso, não enfrentar obstáculos na hora de subir e descer nos coletivos em Teresina. E o principal, não passar horas e horas dentro de ônibus por conta de um engarrafamento no horário de pico?! Pode parecer sonho e, talvez, até seja. Mas, se a capital do Piauí conseguir importar o modelo do transporte público implantado em Curitiba, todos esse benefícios serão transformado em realidade.
Na capital paranaense, o transporte coletivo recebeu cuidados que evitam o desperdício de tempo, algo essencial para quem depende do ônibus para se locomover, é um sistema simples e eficiente, sem mistérios. Conheça esse sistema que se implantado com certeza irá resolver os problemas de mobilidade em Teresina.
Em Curitiba passageiros não sofrem com congestionamentos
CURITIBA: A PIONEIRA NA CRIAÇÃO DO SISTEMA BRT
Na década de 70 a cidade de Curitiba estava no início de um processo de grande crescimento populacional e à época era preciso criar um sistema para dar mobilidade à população, e ao mesmo tempo, organizar o desenvolvimento urbano. Sem recurso para o investimento em um sistema de metrô, o ex-prefeito, Jaime Lerner, criou uma alternativa de baixo custo, mas de uma alta qualidade, o BRT ( Bus Rapid Transport). Um sistema de transporte que dá prioridade ao tráfego de ônibus por meio de corredores exclusivos, geralmente separados por fluxo normal barreiras físicas.
A idéia do BRT é reproduzir as principais características dos modernos sistemas de transporte sobre trilhos, de modo a proporcionar mobilidade urbana rápida,confortável e eficiente,mas a um custo de implantação muito menor: em torno de 04 e 20 vezes menos que um sistema de bondes ou de veículo leve sobre trilhos( VLT) e metrôs. O prazo para colocar o sistema para funcionar também é bem menor: de 24 a 36 meses.
O modelo de transporte público de Curitiba foi implantado em 80 países e deve ser implantado em dez das doze capitais onde ocorrerão os jogos da Copa do Mundo em 2014. Nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Natal, Fortaleza, Recife, Salvador, Cuiabá e Manaus, há projetos para a construção ou ampliação de sistema de BRTs.
DETALHES DO SUCESSO
A população curitibana também não enfrenta obstáculos na hora de subir nos coletivos. O embarque é em nível, ou seja, o degrau dos coletivos fica na mesma altura das plataformas das estações e dos terminais. Os ônibus que circulam nos eixos de transporte possuem plataformas acopladas que, no embarque e desembarque, são projetadas para fora, funcionando como uma ponte para a passagem dos usuários. Outro beneficio é ausência do cobrador dentro dos ônibus. Ele não fica no ônibus, mas nas estações-tubo. A catraca localiza-se na estação, onde a passagem é paga antecipadamente. Assim, o embarque não é comprometido pelas filas ou problemas no pagamento das tarifas.
A esquerda: Transporte público de Curitiba e a direita coletivo de Teresina
Mas a grande eficiência do sistema curitibano, que permitiu sua expansão para o mundo, é a prioridade que o transporte de massa possui no sistema viário. São 81 quilômetros de canaletas exclusivas que cortam a cidade de Norte a Sul, de Leste a Oeste, em seis eixos. Neles, os ônibus andam totalmente segregados dos carros. O transporte individual tem outras duas faixas, de cada um dos lados dos corredores, para circular. Em muitos pontos, uma das faixas é utilizada como estacionamento.
Outras qualidades do sistema de BRT, é o aumento da velocidade média e redução das emissões de gases poluentes no corredor e nas vias remanescentes; maior eficiência e menor ociosidade do sistema, o que reduz os custos, aumento da qualidade dos serviço, conforto, velocidade, já que até mesmo nos semáforos nos cruzamentos o transporte coletivo tem prioridade e não ficar parado esperando o sinal verde. Além da redução do uso de automóveis pela oferta de serviços de maior qualidade e pelo menor tempo de deslocamento comparado ao mesmo tempo gasto pelo veiculo individual em via não segregada e principalmente a diminuição dos acidentes de trânsito.
Na parte superior: Embarque de passageiros em Teresina e na parte inferior embarque em um BRT
PROJETO PARA TERESINA 
A cidade de Teresina ainda não possuir um projeto específico viabilizando o BRT, contudo, o Setut já sugeriu a implantação do sistema de integração das linhas de ônibus pelo plano diretor de transportes da cidade e pediu ajuda da bancada federal do Piauí para conseguir recursos que possam ser investidos em uma política de investimentos em infra-estrutura de transporte público por ônibus.
“ O SETUT está aguardando que sejam feitas a intervenções na cidade para a instalação do BRT. Quando as modificações na estrutura da cidade forem feitas começaremos a comprar nossos veículos com tecnologia avançada.Mas antes precisamos definir qual a parte pública e qual a privada para operação do sistema. Entendemos que veículos e operação sejam de responsabilidades das empresas de ônibus e as vias, terminais, estações, enfim toda a infra-estrutura, fiquem com o poder público”, disse Alberlan Sousa, vice-presidente do Setut.
Prefeito Elmano Férrer e Otaliba Líbano, buscam alternativas para diminuir as mortes no trânsito em Teresina
De acordo com o prefeito de Teresina, Elmano Férrer, “a prefeitura está fazendo a sua parte, para melhorar o trânsito em Teresina, até o final do ano, devemos estar construindo oito terminais de condução coletiva e três paradas centrais. Esses terminais serão instalados no balão da Avenida dos Expedicionários, Buenos Aires, Matadouro, Santa Isabel, Piçarreira, Dirceu, Bela Vista e Parque Piauí. Além disso, consta no Plano Diretor de Trânsito, a construção de corredores com faixas para coletivos. A cidade também vai passar por várias transformações estruturantes, como construção de pontes e viadutos, todas essas modificações serão feitas com recursos do PAC da Mobilidade”, disse o prefeito de Teresina, durante o lançamento do projeto 'Vidas no Trânsito” ocorrido no inicio do mês de março, no Palácio da Cidade. A solenidade contou com a presença do representante do Ministério da Saúde, Otaliba Líbano, do prefeito da cidade, Elmano Férrer, e da Superintendente da Strans, Auzenir Porto.
Atualmente na capital, já circulam 20 ônibus padronizados. De acordo com a Prefeitura, é o início do processo de integração do SITT (Sistema de Transporte de Teresina). A previsão é que em até cinco anos toda a frota estará padronizada para atender o Plano Diretor de Trânsito, sendo esta a primeira etapa do processo de integração do transporte coletivo.
Avenida Frei Serafim pode no futuro  sofre mudanças  com a  implantação do BRT 
PAC DE MOBILIDADE URBANA É A ESPERANÇA PARA IMPLANTAÇÃO DO BRT
Em fevereiro desse ano, o governo federal, lançou no Palácio do Planalto, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana, que reserva R$ 18 bilhões em investimentos em transporte público para os 24 municípios brasileiros com mais de 700 mil habitantes. A intenção do Governo Federal com esse programa é qualificar o sistema de mobilidade urbana, incentivar e apoiar sistemas de transporte público coletivo e integrar o transporte ao desenvolvimento urbano, ofertando transporte público eficiente e de qualidade nas cidades e regiões metropolitanas. O projeto deve ser inscrito no portal do Ministério das Cidades até o dia 3 de abril. 
Segundo João Alberto Cardoso, secretário municipal de Planejamento e Coordenação, Teresina é, inicialmente, a única cidade do Piauí que será beneficiada pelo PAC 2. O PAC Mobilidade destinará R$ 280 milhões para a melhoria da infraestrutura de transporte público coletivo em Teresina. "Só serão incluídas cidades com mais de 700 mil habitantes. O Plano Diretor de Transportes e Trânsito de Teresina, concluído em 2008 pela Prefeitura, foi adaptado aos padrões exigidos pela coordenação do Plano de Aceleração de Crescimento (PAC) para poder ser incluso”,disse o secretário.
O Ministério das Cidades recomendou que governos estaduais e prefeituras municipais trabalhassem juntos na elaboração dos projetos a serem apresentados e após muitas conversas, o governador Wilson Martins e o prefeito de Teresina, Elmano Férrer, chegaram em consenso. A cidade apresentará duas propostas. O governador Wilson Martins destacou a integração entre os dois projetos: um apresentado pela PMT e outro pelo Estado. “A equipe está buscando as opções mais viáveis para a capital. Essa é a oportunidade para uma mudança real no transporte da capital que influenciará no cotidiano da sociedade”.
O projeto do Governo será voltado exclusivamente para melhorias no metrô. A proposta será trabalhada em duas frentes: a ampliação da estrutura já existente do metrô e a aquisição de novos veículos. Atualmente o metrô de Teresina transporta 12 mil passageiros diários; após a duplicação dos trilhos, que possibilitará que vários veículos circulem simultaneamente, será possível transportar 50 mil passageiros.
Alberlan Sousa, vice-presidente do Setut, é otimista e acredita que transporte coletivo será mais eficiente 
“ Para implantar um corredor subterrâneo de 10 km de metrô, suficiente para o transporte diário de 150 mil pessoas, é necessário investimento de 201 milhões de reais e o tempo mínimo de implantação é dez anos. Enquanto que é possível fazer o mesmo percurso em corredores de BRTs com 11.1 milhões de reais e concluir a implantação em 2,5 anos, transportando uma quantidade maior de passageiros. O BRTs transporta por dia cerca de 260 mil passageiros. Por isso não consideramos um investimento adequado alocar os recursos do PAC na ampliação do metrô, mas como esse projeto será feito em parceria com governos, estamos confiante que a parte que cabe a prefeitura municipal será investido na construção das vias segregadas para coletivos nas principais nas principais avenidas da cidade, entre elas a Frei Serafim, responsável em coletar parte do fluxo de veículos na cidade”, disse Alberlan Sousa, vice-presidente do Setut.
SAIBA MAIS SOBRE O PAC DE MOBILIDADE URBANA 
Os municípios selecionados com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana,poderão apresentar projetos de criação de corredores de ônibus exclusivos, de implantação do sistema de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), de trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). . O projeto deve ser inscrito no portal do Ministério das Cidades até o dia 3 de abril.


As prefeituras e governos estaduais deverão tomar o cuidado de seguir regras pré-estabelecidas no PAC da Mobilidade Urbana, como a garantia de sustentabilidade operacional dos sistemas, a compatibilidade entre a demanda e os modais propostos e a adequação às normas de acessibilidade. Terão prioridade os projetos que beneficiarem populações de baixa renda que estejam localizadas em áreas de situação fundiária regularizada.
Os municípios que participam do PAC da Mobilidade Urbana são Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos (SP), Campinas (SP), São Luís, Maceió, Teresina, Natal, Campo Grande, João Pessoa, São Gonçalo (RJ), Duque de Caxias (RJ), Nova Iguaçu (RJ) e São Bernardo do Campo (SP).


VEJA MAIS FOTOS DO BRT EM CURITIBA



Fonte: 180 Graus
''Que esse sistema seja implantado aqui em Nova Iguaçu. Os passageiros são tratados com descaso, principalmente os idosos e as pessoas com alguma dificuldade de locomoção e/ou com deficiência física, que apresentam algumas limitações.''

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Bandido ou missionário?

Depende de quem?


O menino, no alto do morro, numa das favelas do Rio de Janeiro, ouviu a pergunta:
- O que você vai ser quando crescer?
A resposta foi dada com toda a tranqüilidade:
- Bandido... ou missionário...
- O quê?! – exclamou admirado o adulto.
- Depende de quem me ganhar primeiro – completou rapidamente o garoto.


Realmente, depende de quem ganhá-lo primeiro!
É urgente e prioritário alcançar as crianças com a mensagem do Evangelho. Não há tempo a perder. 
Se negligenciarmos a evangelização das crianças, uma geração inteira se perderá. Depende de cada um de nós.
Alcancemos as crianças com a Palavra de Deus. Evangelizemos hoje o homem de amanhã! 
Lembremos das palavras do Senhor Jesus Cristo: “Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que um só destes pequeninos se perca”. (Mateus 18:14)


Vamos abrir a porta dos nossos corações. 
Vamos abrir a porta das nossas casas. 
Vamos abrir a porta das nossas igrejas. 
Vamos juntos ABRIR A PORTA ÀS CRIANÇAS.


O futuro de nossas cidades está nas mãos das crianças, mas o futuro destas crianças está nas nossas mãos.


Fonte: Conexão Gilceleti

7 Princípios para o Ministério com Crianças



Ser um EVANGELISTA DE CRIANÇAS é ganhar para Cristo e discipular os que estão na faixa etária de 4 a 14 anos de idade. É ser um MISSIONÁRIO DA JANELA 0 X 14 - a janela da oportunidade.


As estatísticas apontam que é justamente na faixa etária de 0 a 14 anos que 86% dos que hoje se dizem salvos pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo, receberam-nO como seu Senhor e Salvador.
Infelizmente, há preconceitos e atitudes erradas que se tornam barreiras no evangelismo de crianças. Um raciocínio preconceituoso é: “Se não posso dar assistência a uma criança marginalizada, não é conveniente então, evangelizá-la. Para que evangelizá-la se depois não poderei dar-lhe um lar, uma roupa, um prato de comida?”
Outro pensamento errado é supor que uma criança mais afortunada não tem nenhum interesse nas coisas de Deus. E assim, milhares de crianças, tanto ricas como pobres, são deixadas sem ouvir o precioso evangelho.
É preciso eliminar os preconceitos e adotar uma atitude correta na tarefa de ganhar as crianças para Cristo. Considere, então, os princípios abaixo: 


1. PRINCÍPIO DA PRIORIDADE


Há tanto para fazer que, na maioria das vezes, ficamos agitados de um lado para outro com "muitas coisas", quando apenas "uma coisa é necessária" - estar aos pés de Jesus! Em João 21:15 Jesus faz a seguinte pergunta: “Tu me amas”? Após a resposta positiva de Pedro, Jesus lhe disse: “Cuida dos meus cordeiros”. Aquele que se preocupa com o Senhor em primeiro lugar, desejando adorá-lo, amá-lo, honrá-lo, estará com o coração correto para amar também as crianças ao seu redor e será usado pelo Senhor alcançando com a mensagem da salvação as crianças das classes mais e menos favorecidas. O princípio de prioridade quer dizer: "Seja Maria e não Marta!" 


2. PRINCÍPIO DO PODER DO EVANGELHO


O evangelho é “o poder de Deus para, salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1: 16). "Todo aquele" pode ser qualquer criança, não importa qual a sua condição. Muitas pessoas acreditam que as crianças mais carentes, ao contrário das mais ricas, reconhecem com mais facilidade o seu próprio estado de pecado e a sua real necessidade de um Salvador, mas na prática sabemos que não é assim. Este princípio afirma: "Nunca pense que é mais difícil alcançar uma criança do que outra". 


3. PRINCÍPIO DO VALOR DE UMA ALMA


Jesus Cristo afirmou: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?" (Marcos 8:36,37). Se uma criança tiver todos os recursos necessários para o seu bom desenvolvimento e, ainda assim, não confiar em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, de que lhe adiantará todo o luxo e todo o conforto? Por outro lado, a criança que vive na miséria e na pobreza que assola tantas famílias, convivendo com a marginalidade, a violência, o abandono e a prostituição, tão alarmantes, teria, na solução destes problemas, maior possibilidade de crer na mensagem da salvação? Sem nenhuma sombra de dúvida, as almas eternas das crianças são de suprema importância e não a sua condição de miséria ou abundância ou qualquer outra condição exterior. A criança, seja rica, seja pobre, precisa ouvir, entender e crer no evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Deveremos, por isto, ser indiferentes à sorte dos pobres? De maneira nenhuma. Conforme Tiago 5.1-6, o Senhor ouve o clamor dos pobres, vê a acumulação cada vez maior de riquezas nas mãos dos ricos, a avareza, a injustiça, a crueldade e a corrupção. O Senhor dará a justa retribuição àqueles que acumulam riquezas desonestamente. Que sejamos pacientes e perseverantes em anunciar a verdade, expondo o pecado em toda a sua realidade, não só o pecado individual, mas também o pecado que gera problemas sociais, mesmo que isto acarrete algum tipo de sofrimento. Oremos contra toda a injustiça. Para nós, o fato de não podermos resolver toda a problemática da pobreza e do sofrimento neste mundo, não deverá ser um impedimento na tarefa de evangelizar e discipular, pois esta é a Grande Comissão que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo. Este princípio nos livra de aceitar a lógica humana de que o principal problema do homem seja terreno. Não! “O problema número 1 do ser humano, criança ou adulto, é o seu destino eterno”. 


4. PRINCÍPIO DA IDENTIFICAÇÃO


Poderiam as circunstâncias limitar a graça de Deus? De maneira nenhuma! Por mais difícil que seja a circunstância em que a criança vive, é um erro supor que ela precisa ser retirada da sua situação, às vezes tão negativa, para que possa ouvir favoravelmente ao evangelho, pois é exatamente ali onde ela se encontra que a graça do Senhor pode alcançá-la. O amor, a alegria, a paz, o poder e o consolo prometidos pelo Senhor podem ser experimentados mesmo nas situações mais desfavoráveis e adversas e podemos aprender com o apóstolo Paulo, a dizer confiadamente: "Tanto sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura, como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:12,13). Quando Jesus ordenou: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15), Ele sabia que os discípulos enfrentariam culturas e situações completamente diferentes daquelas a que estavam acostumados e vivenciariam situações que não poderiam nem mesmo compreender completamente. Será que eu precisarei ser um miserável para evangelizar a criança abandonada? Será que eu precisarei ser um milionário para evangelizar a criança privilegiada? Será que as crianças me aceitarão, embora eu não seja de seu próprio contexto? A compreensão da cultura e dos problemas específicos da criança a quem vamos ministrar, a identificação com ela, a contextualização da mensagem, a disposição de amá-la, conhecendo ao máximo como ela vive e falando a linguagem que ela possa entender, sem a preocupação exagerada com a questão de que somos diferentes dela, são elementos que cooperarão para que ela seja sensível ao Senhor e ao evangelho. Vale a pena meditar nas palavras do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9.22: "Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos salvar alguns". Sim, é necessário levar a sério este princípio da identificação: "Alcance a criança em seu próprio contexto!" 


5. PRINCÍPIO DA NÃO ACEPÇÃO DE PESSOAS


A maioria do esforço evangelístico é sempre direcionada para as camadas menos favorecidas da sociedade. Provavelmente, isto se deve ao fato de que, identificando-se as necessidades físicas, atenta-se também para as necessidades espirituais das pessoas. Deus, entretanto, não faz acepção de pessoas. Uma alma eterna não pode valer mais do que outra. As óbvias necessidades materiais de uma criança carente não fazem o seu destino eterno ser, de modo algum, mais importante do que o das outras crianças. Sendo assim, é necessário empregar todo esforço e diligência para se alcançar as crianças em todas as classes sociais. Que jamais, por causa do medo ou da incredulidade, venhamos a negligenciar os pequeninos! Precisamos amar ao Senhor e amar as crianças, certos de que elas são receptivas ao Evangelho e estão desejosas de aprender da Bíblia. Precisamos crer que, em todos os contextos sociais, as crianças podem ser alcançadas com a mensagem da salvação. Vamos descobrir estratégias para cumprir o nosso ministério de alcançar todas as crianças e em todos os lugares. Este princípio, da não acepção de pessoas, diz: "Não julgue ser mais importante alcançar a criança miserável do que qualquer outra". Vá, onde as crianças estão, com o evangelho de Cristo Jesus! 


6. PRINCÍPIO DA IGREJA


Nenhum trabalho que vise evangelizar as crianças deveria ser planejado e iniciado sem o conhecimento e aprovação da igreja e sua liderança. É fundamental que os ministérios especiais que venhamos a realizar sejam da igreja, e não os nossos ministérios. Isto contribuirá, e muito, para que as crianças sejam preparadas para uma futura integração à vida da igreja. A igreja com a visão da importância de se evangelizar as crianças, dará o apoio fundamental para que o trabalho não seja interrompido: orações, materiais, pessoas, etc. Ninguém pode fazer tudo sozinho! Este princípio afirma: "Trabalhe sempre em sintonia com a sua igreja”.


7. PRINCÍPIO DA GLÓRIA DE DEUS


A nossa mente e o nosso coração devem ser dominados pelo sentimento de que somos simplesmente instrumentos nas mãos do Senhor. "Porque de Deus somos cooperadores" (1 Coríntios 3:9). Se há algum fruto, algum resultado, não temos do que nos gloriar. Somos seus cooperadores. Trabalhamos para o Senhor e tudo quanto fazemos, devemos fazer para a glória de Deus! Na verdade, Ele é quem realiza Seu plano através de nós, pois Ele mesmo disse: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15:5). Este princípio é claro: "Faça tudo para a glória de Deus!"


CONCLUSÃO


Observemos bem estes princípios com disposição para evangelizar e discipular a JANELA 0 X 14. Estes princípios são também os que norteiam o trabalho da Aliança Pró Evangelização das Crianças – APEC, que em 2011 completará 70 anos de atividades no Brasil. Continuemos juntos, alcançando as crianças no Brasil e no mundo, sem distinção de origem, raça, cor, idade, religião, ou quaisquer outras formas de discriminação.


Fonte: Gilberto Celeti

sábado, 2 de abril de 2011

Bíblia em Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Em 1973, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lançou a 1ª edição do Novo Testamento da tradução na Linguagem de Hoje (TLH). Quinze anos depois, em 1988, a SBB lançou a Bíblia completa desta tradução, com o nome de Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH). Até este momento, a SBB só havia trabalhado em revisões de uma tradução já existente, a tradução de João Ferreira de Almeida. A BLH, portanto, foi a primeira tradução completa da Bíblia feita por iniciativa da SBB. E isso ocorreu em resposta a uma recomendação das igrejas, após ampla consulta junto a elas.


A consulta junto às igrejas havia demonstrado um reconhecimento generalizado de que se fazia necessária uma tradução bíblica apropriada ao desafio evangelístico que a realidade espiritual brasileira impunha. Tendo como objetivo principal a evangelização do povo brasileiro, esta tradução deveria ser adequada ao nível educacional médio da população. Por isso, após anos de dedicado trabalho de especialistas nas línguas originais e na Língua Portuguesa, produziu-se uma tradução com linguagem de fácil compreensão, a Tradução na Linguagem de Hoje.


A exemplo do que acontece com todas as traduções novas, a TLH foi bem aceita por muitos, rejeitada por alguns, e vista com desconfiança por outros. Mas, apesar disso, mais e mais, ano após ano, a TLH vem se afirmando como a tradução bíblica para a evangelização. Primeiro, porque um bom número de igrejas adotou o texto da TLH em suas campanhas evagelísticas. Segundo, nos últimos dez anos a SBB produziu mais de 500 milhões de seleções bíblicas, que foram distribuídas em parceria com as igrejas; só nos últimos 5 anos, uma média de 170 milhões por ano. Visto que o texto bíblico da maioria dessas seleções é tirado da TLH, pode-se dizer que foi este texto que grandemente impulsionou o crescimento das igrejas no Brasil.


Sendo uma entidade que serve todas as igrejas, a SBB, imediatamente após o lançamento da Bíblia na Linguagem de Hoje, passou a receber, classificar e analisar inúmeras sugestões, enviadas de todas as partes, no sentido de aprimorar a tradução para o uso mais eficiente e amplo das igrejas. Por outro lado, a própria Comissão de Tradução sentiu que a TLH poderia ser melhorada ainda mais. E, por fim, também as mudanças pelas quais a Língua Portuguesa havia passado desde o lançamento da TLH.recomendavam uma revisão dessa tradução. Por tudo isso, a SBB submeteu a TLH a uma profunda revisão através de sua Comissão de Tradução e, agora, depois de 12 anos desde o lançamento da Bíblia completa, lança a Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH).


Os princípios seguidos nesta revisão foram os mesmos que nortearam o trabalho da primeira edição desta tradução. Diferente da tradução de Almeida, que foi norteada pelos princípios de tradução de "equivalência formal", a NTLH orientou-se pelos princípios de tradução de "equivalência funcional". Ao reproduzir o sentido dos textos originais, Almeida também procura reproduzir a forma dos textos originais, que muitas vezes é diferente do português simples e natural e, assim, requer um domínio da Língua Portuguesa que está acima da média da população brasileira. A NTLH, por sua vez, ao reproduzir também e efetivamente o sentido dos textos originais hebraico, aramaico e grego, expressa esse sentido de maneira simples e natural, assim como a maioria da população brasileira fala. Portanto, a Nova Tradução ha Linguagem de Hoje continua sendo especialmente adequada ao trabalho de evangelização e é também muito apropriada para a leitura devocional em família, inclusive para as crianças.Mesmo seguindo os princípios que orientaram a primeira edição da TLH, a revisão foi tão profunda que é justificável designar o texto resultante como NOVA Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH). Como destaques dessa revisão, aparecem os seguintes: (1)0 Novo Testamento foi totalmente revisado, tanto do ponto de vista de uma leitura profunda do texto original grego, como do ponto de vista da Língua Portuguesa. (2) Revisão semelhante, mas a partir do texto hebraico, recebeu o livro dos Salmos, com especial atenção à poesia. (3) Simplificou-se ainda mais uma série de construções gramaticais, aplicando-as ao texto de toda a Bíblia. (4) Aceitou-se mudar a designação do nome de Deus no Antigo Testamento de "Deus Eterno" ou "Eterno" para "SENHOR Deus", "Deus, o SENHOR," ou simplesmente "SENHOR". Assim, a NTLH, agora, aproxima-se, neste particular, do texto da tradução de Almeida, Revista e Atualizada, e do texto da maioria das demais traduções bíblicas em Língua Portuguesa. Esta revisão sozinha afetou perto de 7 mil passagens do Antigo Testamento. (5) Uma série de textos que apareciam no rodapé da BLH, agora, na NTLH, voltaram ao texto da Bíblia. Isso refere-se, por exemplo, aos títulos originais dos Salmos, às vezes, difíceis de compreender, os quais aparecem traduzidos no início do respectivo Salmo em tipo itálico [inclinado). Também, no Novo Testamento, algumas passagens que não se encontram em alguns dos melhores e mais antigos manuscritos gregos mesmo assim aparecem, agora, traduzidas entre colchetes ([ ]; ver, por exemplo, Mateus 6,13b). (6) Finalmente, acolheu-se uma série de sugestões, encaminhadas à Comissão de Tradução por parte de fiéis das mais diversas igrejas.


Está aí, portanto, para o uso das igrejas, para o uso individual, familiar e geral, a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Sendo a expressão da Palavra de Deus na linguagem simples do povo, a Comissão de Tradução da SBB pede a Deus e deseja que muitos a recebam com alegria e tenham em sua vida a experiência do salmista:,"A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho" (Salmo 119.105). E Deus conceda também que muitos a utilizem em suas atividades de adoração, evangelização, educação e pregação, "como a espada que o Espírito Santo lhes dá" (Efésios .6.17).


Junho de 2000


Mês do 52° Aniversário da SBB


Em 2005, quando foi publicada a Bíblia de Estudos NTLH, o texto sofreu pequenas alterações e ajustes em poucos versículos.Agora, nova mudanças foram feitas no texto bíblico, incorporando as alterações previstas na reforma ortográfica da língua Portuguesa.



Outubro de 2008.



Sociedade Bíblica do Brasil


www.sbb.org.br


Minha opinião:


Particularmente é a minha versão preferida, pois facilita a compreensão, principalmente para quem vai comprar a sua 1ª Bíblia, ou para quem não tem o hábito de ler a Bíblia diariamente.
O tempo passa e as coisas mudam, a linguagem mudou.
O que importa é manter a essência, o sentido da Palavra de Deus.
É bom ter as várias versões, para estudo e consulta, mas penso que para começar, ou para ler em público, ou em um culto, esta seria a versão ideal, se adotada por todos.
O Português antigo pode ser mais culto, ou mais bonito, mas para a compreensão fácil de qualquer pessoa, o ideal é falar a linguagem de hoje, e assim alcançaremos os jovens, os adultos, os intelectuais, os pouco instruídos, e desta maneira democratizar A Palavra de Deus.



Leandro Maia


OBS: Essa é uma opinião pessoal minha, pois não quero influenciar na escolha dos outros sobre a versão da tradução da Bíblia que devem escolher.

Marília Gabriela: 'Eu conheço ex-gays'

A jornalista Marília Gabriela deu uma declaração, no mínimo, inusitada durante entrevista com a escritora Fernanda Young, que foi ao ar esta semana no canal por assinatura GNT. "Eu conheço alguns, poucos...", disse Marília para surpresa de Fernanda. "Ex-gay? Conhece?, perguntou  a morena de boca aberta. "Conheço alguns poucos que se convenceram disso por força da religião. E fizeram tanta força que foram se adequando...", completou a jornalista.


Assista ao vídeo





Fernanda Young, então, deu sua opinião: "Eu desacredito que a religião tenha esse poder porque a religião não entra num quarto escuro." 


O assunto veio à tona na entrevista porque Fernanda é escritora de uma nova série da Globo, chamada "Macho Man", que será protagonizada por Jorge Fernando. Na trama, ele é um gay que muda sua condição sexual depois que o globo de uma boate desaba em sua cabeça.


Fonte: Yahoo!

A inveja no ambiente de trabalho

O interessante é aprender a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem

Por: Rute Paixão dos Santos

No dicionário Aurélio a inveja é definida de duas maneiras: 1ª) desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem; e 2ª) desejo violento de possuir o bem alheio. A pessoa que possui esse sentimento, ou ela o menospreza, ou tem uma vontade incontrolável de ter as habilidades, bens e ideias do outro.

A Bíblia relata no capítulo 4 de Gênesis que o sentimento da inveja foi a causa do primeiro homicídio da terra. Caim ofereceu a Deus um fruto de qualquer maneira, enquanto Abel ofereceu uma oferta melhor, pois entregou uma ovelha primogênita: "E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor".

"E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta". Segundo a Bíblia, tanto a primeira cria de um animal, como o primeiro fruto das árvores deveriam ser oferecidos ao Senhor no Santuário, em agradecimento pelo dom da vida.

Aprendemos com está história que a inveja geralmente acontece entre as pessoas próximas e que nos conhecem bem a "fundo", que vivem conosco diariamente; pois como sabemos, Caim e Abel eram irmãos. Podemos dizer que Deus representa o líder e os irmãos Caim e Abel representam os colaboradores das empresas no mundo atual.

No nosso ambiente de trabalho, podemos e devemos saber administrar este sentimento pequeno e "diabólico", principalmente quando presenciamos colegas realizarem trabalhos melhores que o nosso. Fela Moscovici, em seu livro "A organização por Trás do Espelho", diz que "Na empresa, a alegoria de Caim e Abel perdura até hoje. Em todos os setores e níveis pode-se notar ciúme e inveja, seja nas preferências de superiores ou nas realizações bem-sucedidas e elogiadas. O trabalho em grupo expõe a fragilidade dos relacionamentos superficiais dos membros carentes de habilidades interpessoais para lidar com as emoções".

Nos relacionamentos interpessoais sempre existirão entre as pessoas sentimentos de ciúme, inveja, ira, amor, solidariedade, esperança, confiança etc. Precisamos estar mais atentos aos indícios que as pessoas invejosas nos dão. O menosprezo, dito anteriormente, e a imitação excessiva são pontos consideráveis desses sinais.

Aí nos questionamos: mas como administrar o sentimento da inveja que nos impede de crescer e seguir o nosso caminho? A resposta é: controlando as emoções negativas e realizando sempre a prática do autoconhecimento, quando conhecemos as nossas limitações e habilidades, o desenvolvimento e a aprendizagem pessoal e profissional tornam-se mais fáceis.

No treinamento e desenvolvimento de pessoas onde ministro o curso de relacionamento interpessoal nas empresas, gosto de trabalhar com o diagrama Janela de Johari, criado por Joseph Luft e Harry Inghan que estudam o comportamento do homem através do: Eu aberto, quer dizer que eu sei e os outros também; o Eu cego, só os outros sabem; Eu secreto, significa que só eu sei e o Eu desconhecido, nem eu e nem os outros sabem.

A inveja aloja-se justamente no "Eu secreto" e pode ser refletida no "Eu cego" do qual as pessoas que estão ao nosso redor vão perceber as nossas atitudes e ações diárias. Uma ferramenta favorável que as empresas poderiam aplicar é a avaliação de desempenho acompanhada pelo feedback.

O feedback aplicado aos seus colaboradores ajuda na melhora do comportamento, pois o retorno provoca uma reflexão na pessoa ou grupo avaliados a respeito do seu desempenho dentro da empresa, em prol de alcançar os objetivos traçados. O interessante é aprender "a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem". Quem já não ouviu "vou invejar você nisso ou naquilo", no sentido de imitar a outra pessoa? Devemos reformular a frase para: "vou imitar você nisso ou naquilo". Com a prática da imitação estamos valorizando o trabalho do outro e aprendendo novas ideias.

A imitação tem uma grande importância na nossa vida, pois quando nascemos já imitamos gestos e ruídos dos nossos familiares e isso não nos impede de termos autenticidade no que realizamos ou pensamos ao longo da vida. Ao imitar, você irá aprender, ensinar e produzir resultados.

O rei Salomão com a sua imensa sabedoria no livro de Provérbios cita que "a inveja é a podridão dos ossos". Não deixe que este sentimento resseque a esperança, a ternura, a fé, a alegria e, em especial, o amor, que tem o poder de renovar todos os sentimentos positivos que há dentro de você.

Culto em ação de graças

Queridos irmãos, amigos, familiares e vizinhos.
Os convido para o culto em ação de graças que vou oferecer a Deus, no dia do meu aniversário, em razão de bênçãos recebidas.

Local: Minha casa.

Data: 5ª feira, 7 de abril.

Horário: 19:00h.

Aguardo a presença de vocês, pois Deus já está aqui.

”Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus.”

(Tessalonicences 5:16-18)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

"O ateísmo é anormalidade", diz autor de "O Homem Eterno"

Gilbert Keith Chesterton (1874-1936), escritor londrino, foi um dos maiores defensores do cristianismo em uma época que o ateísmo era uma tendência entre intelectuais.
O progresso técnico e o desenvolvimento científico --principalmente após a Revolução Industrial, no século 18-- despertaram no homem um sentimento de controle da natureza e de independência. As críticas à doutrina e aos mistérios do cristianismo não era novidade entre os filósofos. O pensamento estava presente em iluministas como Voltaire (1694-1778).

Divulgação
No livro, autor argumenta contra ateus e críticos do cristianismo
No livro, autor argumenta contra ateus e críticos do cristianismo
O mundo se deparava com ideias de Friedrich Nietzsche (1844-1900), Sigmund Freud (1856-1939) e Charles Darwin (1809-1882), um período de afirmações polêmicas e chocantes.
Foi nesse cenário que Chesterton defendeu a fé e a existência de Deus. O autor exerceu grande influência e chegou a debater o assunto com Bertrand Russell (1872-1970), o ateu mais famoso e ativo da filosofia contemporânea.
Em "O Homem Eterno" (Mundo Cristão, 2010) reconta, com o seu característico humor britânico, a história da humanidade apontando a ação de Deus no mundo. Ao argumentar contra os céticos, diz no livro: "o ateísmo é anormalidade".
Conta-se que o volume foi o responsável pela conversão de C. S. Lewis, autor de "As Crônicas de Nárnia", ao cristianismo. Leia, abaixo, um trecho do exemplar.

*

Aquela mitologia e aquela filosofia, à luz das quais o paganismo já foi analisado, ambas haviam sido bebidas literalmente até as fezes. Se com a multiplicação da magia o terceiro departamento, que denominamos demônios, estava cada vez mais ativo, ele nunca significou outra coisa que não fosse destruição. Resta apenas o quarto elemento, ou melhor, o primeiro; aquele que em certo sentido fora esquecido por ser o primeiro. Refiro-me àquela primeira, dominante e mesmo assim imperceptível impressão de que o universo no fim das contas tem uma única origem e um único objetivo; e por ter um objetivo deve ter um autor. O que aconteceu nessa época com essa grande verdade no fundo da mente humana talvez seja mais difícil determinar. Alguns dos estoicos sem dúvida viram isso cada vez mais claro à medida que as nuvens da mitologia se abriram e desfizeram; e dentre eles grandes homens fizeram muito lutando até o fim para lançar os fundamentos de um conceito da unidade moral do mundo. Os judeus ainda tinham sua secreta certeza disso ciosamente guardada atrás de altas cercas de exclusividade; no entanto, uma forte característica da sociedade nessa situação é o fato de que algumas figuras em voga, especialmente senhoras, realmente abraçaram o judaísmo. Mas no caso de muitas outras pessoas imagino que nesse ponto surgiu uma nova negação. O ateísmo tornou-se realmente possível nesse tempo anormal, pois o ateísmo é anormalidade. Não é simplesmente a negação de um dogma. É a inversão de um pressuposto subconsciente da alma; a sensação de que existe um significado e uma direção no mundo que ela enxerga. Lucrécio, o primeiro evolucionista que se esforçou para substituir Deus pela evolução, já havia exposto aos olhos dos homens sua dança de cintilantes átomos, com a qual ele concebeu o cosmo sendo criado do caos. Mas não foi sua forte poesia ou sua triste filosofia, imagino eu, que possibilitaram aos homens acalentar essa visão. Foi algo no sentido de uma impotência e um desespero, e com isso os homens ergueram em vão os punhos contra as estrelas, quando viram as mais belas obras da humanidade afundando lenta e fatalmente num lodaçal. Eles poderiam facilmente acreditar que até a própria criação não era uma criação, mas uma perpétua queda, quando viram que as mais sólidas e dignas obras de toda a humanidade estavam caindo devido a seu próprio peso. Poderiam imaginar que todas as estrelas eram estrelas cadentes; e que os próprios pilares de seus solenes pórticos estavam se curvando sob uma espécie de crescente Dilúvio. Para gente naquele estado de espírito havia um motivo para o ateísmo, que em certo sentido é racional. A mitologia poderia desaparecer e a filosofia poderia fossilizar-se; mas, se por trás dessas coisas havia uma realidade, com certeza essa realidade poderia ter sustentado as coisas que iam caindo. Não existia nenhum Deus; se existisse um Deus, com certeza esse era o momento exato para ele agir e salvar o mundo.

*
"O Homem Eterno"
Autor: G.K. Chesterton
Editora: Mundo Cristão
Páginas: 320
Quanto: R$ 23,20 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Fonte: Folha.com