sábado, 14 de agosto de 2010

Mais um acidente envolvendo um trem - Até quando?

Eu já sabia...
Na noite desta 5ª feira, 12 de agosto, por volta das 8 horas da noite, eu ouvi o som de um helicóptero sobrevoando o céu de Austin, em Nova Iguaçu. E como moro próximo de uma passagem de nível que frequentemente é cenário de acidentes, alguns deles com vítimas fatais, eu logo comentei com minha mãe: Aconteceu alguma coisa!
Não deu outra!
Em poucos minutos o telejornal noticiava mais um acidente envolvendo um trem. Só que desta vez não foi aqui perto de casa, e nem envolveu um trem de passageiros, e sim um trem de carga e um ônibus, em outro local onde ainda se encontra uma arcaica passagem de nível, um cruzamento entre a via pública e a linha férrea, apenas sinalizada com placas...

Veja várias versões da notícia, que potencializam o conteúdo da informação:

Acidente entre trem e ônibus deixa 18 feridos em Nova Iguaçu (RJ)

13/8/2010

Um acidente entre um trem e um ônibus deixou 18 pessoas feridas, duas em estado grave no Rio de Janeiro.

O acidente foi por volta das 19h, em um cruzamento da linha férrea, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

As primeiras vítimas foram retiradas pelos moradores. Uma passageira ficou presa em uma barra de ferro que atravessou o ônibus. Depois chegaram os bombeiros.

A sinalização no local é feita apenas por placas, não há uma cancela que feche o cruzamento. Os moradores contam que os motoristas costumam parar e observar antes de atravessar.

Segundo testemunhas, o motorista do ônibus teria apenas reduzido a velocidade. O ônibus foi atingido na traseira pelo trem de carga e capotou.

"A informação que eu tenho é que ele capotou mais de uma vez, chegando a capotar quatro vezes. Se tivesse parado e observado certamente não seria tão dramático", lamenta o comandante dos bombeiros, coronel Evandro Bezerra.

Segundo a direção do hospital para onde as vítimas foram levadas, 18 pessoas foram atendidas com ferimentos, duas em estado grave.

Um homem, que ficou ferido, conta que outro passageiro tentou avisar o motorista sobre a aproximação do trem, mas não teve tempo.

"Teve gente dentro do ônibus que gritou para ele Motorista, olha o trem. Ele devia estar distraído e não viu", explica o rapaz.

Origem: Portal MS

 

Versão II

 

Trem e ônibus colidem em Nova Iguaçu

 

O Globo

 

Link: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/08/12/trem-onibus-colidem-em-nova-iguacu-917386111.asp

 

Publicada em 12/08/2010 às 22h19m

 

Origem: O Globo 

 

 

Versão III

 

Trem bate em ônibus e deixa 20 feridos em Nova Iguaçu

 

20:57 - 12/08/2010

 

JB Online

 

Link: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/08/12/e12086348.asp

 

Origem: Jornal do Brasil - Rio 

 

Versão IV

Trem se choca com ônibus em Nova Iguaçu (RJ)

Terça-feira, 17/08/2010, 10h25

Link: http://www.diariodopara.com.br/N-106286-TREM+SE+CHOCA+COM+ONIBUS+EM+NOVA+IGUACU+%28RJ%29.html

Origem: Diário do Pará - Brasil

 

Minha opinião:

Para não me alongar muito, só direi o seguinte:

Bastaria uma simples cancela, que fechasse cada vez que um trem se aproximasse das passagens de nível, para que muitos acidentes e mortes fossem evitadas.


(Lєαη∂яσ Mαια Gσηçαℓνєѕ)

Artigo de Mai/2010, da Revista Signs Of The Times: Será que Deus Destrói?

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Por William McCall

Foram os terremotos recentes no Haiti e Chile juízos de Deus? E o tsunami no Oceano Índico em 2004? E o furacão Katrina em 2005? Parece que toda vez que ocorre uma catástrofe de grandes proporções, algum perito religioso dá a Deus o crédito da culpa.
Deus é rápido para infligir desastres? Ele não se importa quando pessoas inocentes sofrem? Deus é um terrorista que atinge tanto as pessoas boas quanto as pessoas más, sem aviso?

Este tipo de opinar, depois do fato, aparece como auto-justificativa, e pinta Deus como um tirano. Isso leva muitas pessoas a rejeitarem o Deus da Bíblia, tendo-o como injusto, vingativo, e pronto para destruir a vida humana em qualquer momento. É fácil, basta ler a Bíblia, para ficar com a ideia de que Deus está constantemente infligindo desastre sobre os seres humanos. Mas é importante ter em mente que o Antigo Testamento abrange milhares de anos, assim os juízos sobre os ímpios são raros. No entanto, existem histórias na Bíblia sobre Deus infligindo desastres naturais na Terra, por isso é importante que nós examinemos algumas dessas lições para ver o que elas podem nos ensinar, enquanto contemplamos as catástrofes que atingem o nosso planeta hoje.

O Dilúvio de Noé

O primeiro registro bíblico de um julgamento de Deus é a história do Dilúvio. E a primeira pergunta que surge em nossa mente é: Por que um Deus amoroso destruiu toda uma população global de seres humanos a quem ele mesmo havia criado? A Bíblia dá a resposta. Descrevendo o mundo antes do dilúvio, ele diz: "A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência. Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra. Então, disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra" (Gênesis 6:11-13). Em nosso mundo moderno, nós encarceramos as pessoas violentas como uma proteção para a sociedade. Mas o que acontece quando toda a ordem social torna-se violenta? Esse aparentemente foi o caso antes do Dilúvio. Quando Deus olhou para baixo na terra, Ele
viu que os seres humanos tornaram-se tão perversos que Ele se arrependeu mesmo de tê-los criado! E a solução era destruir o mundo.

Mas primeiro ele mandou o seu servo Noé construir um grande barco, chamado de "arca", em que qualquer pessoa que desejasse poderia ser salva. Então, Ele deu a Noé 120 anos para dizer ao povo o que estava por vir. Infelizmente, no final, apenas Noé e sua família escolheram entrar na arca.
Desta história podemos aprender duas lições importantes sobre as catástrofes naturais que Deus provoca. Primeiro, ele adverte as pessoas sobre o desastre à frente do tempo, com antecedência e, segundo, ele fornece uma maneira de escapar.

Sodoma e Gomorra

Nós vemos estas mesmas lições da história em Sodoma e Gomorra, duas cidades muito ímpias no tempo de Abraão. De acordo com a história da Bíblia, Deus enviou dois anjos a Sodoma para avisar as pessoas do seu plano de destruir a cidade, mas em vez de aceitarem o aviso, os cidadãos tentaram atacar os anjos. Ló os protegeu, e eles passaram a noite com ele e sua família. Na manhã seguinte, eles apressaram Ló e sua família para fora da cidade antes que ela fosse destruída. Novamente, vemos que Deus deu um aviso e forneceu uma maneira de escapar, mas as pessoas se recusaram a aceitá-la. Devido à relação de Ló e Abraão, os anjos levarem ele e sua família para fora da cidade, quase contra a vontade deles.
Há uma outra lição da história de Sodoma e Gomorra. Vou começar por dar-lhe um teste simples de seu conhecimento da Bíblia. Verdadeiro ou falso: Abraão orou para a destruição de Sodoma. A resposta, evidentemente, é falso. Abraão orou para que Deus poupasse Sodoma. A Bíblia diz que Abraão, se aproximou de Deus e disse: "Destruirás o justo com o ímpio? Se houver, porventura, cinqüenta justos na cidade, destruirás ainda assim e não pouparás o lugar por amor dos cinqüenta justos que nela se encontram? Longe de ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra? Então, disse o SENHOR: Se eu achar em Sodoma cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei a cidade toda por amor deles" (Gênesis 18:23-26).

A partir disso aprendemos que  havendo algumas pessoas boas em uma população, uma população inteira pode ser poupada da destruição.

A história de Jó

Os dois primeiros capítulos na história bíblica de Jó nos ajuda a compreender algo mais sobre a relação de Deus para com o desastre, embora neste caso o desastre foi a um único indivíduo e sua família. A história começa com uma conversa entre Deus e Satanás. Deus considera Jó como um dos seus servos mais fiéis, mas Satanás desafia-o sobre isso. Claro, Jó lhe serve! Satanás diz com vigor. Veja como Você o abençoou! Ele tem 7.000 ovelhas, 3.000 camelos, 1.000 bois e 500 jumentos! Jó é um homem rico! Em seguida, vem o desafio de Satanás, Tire tudo o que possui, e Jó vai te amaldiçoar na tua face.

Então, Deus diz a Satanás, Vá em frente. Leve tudo para longe dele. Só não toque o seu corpo.
Em 24 horas, a riqueza de Jó foi exterminada. Porém, através de toda esta perda da riqueza, Jó manteve sua fidelidade a Deus.
Então, Satanás volta para Deus e diz: OK, Jó foi fiel a você mesmo perdendo toda a sua riqueza, mas deixe-me tocar em seu corpo, e ele te amaldiçoará na tua face!.
Então, Deus disse: Vá em frente. Prejudique-o fisicamente. Apenas poupe sua vida.
Logo Jó irrompe com furúnculos por todo o corpo. A dor é tão insuportável que a esposa diz: "Por que você não amaldiçoa a Deus e morre?" Durante a maior parte do resto do livro, quatro amigos de Jó (se é que podemos chamá-los assim) continuam insistindo que o seu sofrimento é uma punição de Deus por seus pecados. Mas Jó mantém a sua fidelidade a Deus.

Para o nosso propósito neste artigo, o ponto da história é que o sofrimento de Jó foi causado por Satanás, e não por Deus. Este é um ponto extremamente importante para observarmos como nós consideramos as causas das catástrofes naturais que atingem o nosso planeta.

A História de Jonas

Jonas dá-nos a história de um julgamento de Deus que não aconteceu. Esta história revela mais sobre o coração de Deus do que todas as outras histórias sobre os seus juízos, na Bíblia. Jonas é um profeta israelita, e Deus lhe diz para ir a Nínive e avisar os seus habitantes que a cidade seria destruída em 40 dias. Nínive era a capital da antiga nação assíria e uma cidade muito ímpia. Os assírios eram um povo cruel, que foram responsáveis pela captura, deportação e escravização das tribos do norte de Israel.
Jonas teve medo de ir a Nínive e realmente tomou um barco no Mediterrâneo na direção oposta! Você sem dúvida sabe o resto da história: Deus faz com que uma grande tempestade apareça, os marinheiros jogam Jonas no mar, ele é engolido por um peixe grande (a Bíblia não o chama de baleia), e o peixe o cospe para fora em terra seca. Novamente, Deus manda Jonas para advertir o povo de Nínive que sua cidade estava prestes a ser destruída, e desta vez Jonas coopera. E o povo responde. Eles se arrependem, e a cidade é poupada.
Jonas ficou zangado com Deus quando a cidade não foi destruída, mas Deus disse, "Nínive tem mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem nem distinguir a mão direita da esquerda, além de muitos rebanhos. Não deveria eu ter pena dessa grande cidade?" (Jonas 4:11). Aparentemente, Deus não somente teve compaixão do povo, mas do seu gado também!

Contrariamente à percepção de algumas pessoas do Deus do Antigo Testamento, Ezequiel cita Deus dizendo: "Tão certo como eu vivo. . . Não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim que se converta dos seus caminhos, e viva'" (Ezequiel 33:11).

O que nós aprendemos

Aprendemos várias lições dessas histórias bíblicas sobre catástrofes naturais. Em primeiro lugar, a partir da história de Jó, nós aprendemos que Satanás e não Deus é muitas vezes a causa das catástrofes. No entanto, quando os seres humanos chegam a um certo ponto em seus maus caminhos, Deus pode resolver o problema, provocando um desastre natural que destrói. Mas, se o desastre é verdadeiramente de Deus, Ele vai avisar o povo antes do tempo. Se se arrependerem e mudarem seus maus caminhos, Ele pode mudar seu propósito e se recusar a trazer o desastre. Se o povo como um todo não se arrepender, ele irá fornecer uma maneira para que aqueles que são leais a ele escapem.
Mas talvez a lição mais importante que podemos aprender com essas histórias da Bíblia é que não é de nossa alçada fazer juízos de valor sobre as vítimas de um desastre. Eles têm bastante sofrimento para lidar logo em seguida. Eles não precisam de nós culpando-os pelo desastre. Como cristãos, ao invés de condená-los, devemos fazer tudo que pudermos para ajudá-los.

A Bíblia adverte que nos últimos dias, o mal na história da Terra vai se tornar novamente desenfreado. O pior terremoto de todos os tempos - um terremoto que irá abalar todo o planeta - situa-se bem diante de nós. Este terremoto será tão terrível que as montanhas do mundo irão achatar-se e as ilhas do mar irão desaparecer (Apocalipse 6:14; 16:18-20). No entanto, Deus já está alertando o mundo desta terrível calamidade que se aproxima. Ele está chamando as pessoas em toda parte para  "adorar aquele que fez os céus e a terra, o mar e as fontes das águas" (Apocalipse 14:7).
A questão-chave, como com todos os desastres que Deus faz é como vamos reagir. Seu convite continua de pé. Qual é a sua resposta?

Artigo escrito por William McCall, para a edição de Maio/2010 da Revista Signs of The Times. Traduzido pelo Blog www.setimodia.wordpress.com do artigo original "Does God Destroy"

Fonte: Sétimo Dia

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Eleições 2010 - Faça do Brasil um país melhor, vote consciente!

As eleições se aproximam e este é um momento crucial para o nosso país. É hora de nos mobilizarmos.

Educadores, educandos, colaboradores, donos de lan houses e amigos da Rede CDI, fazemos parte de um sistema que atua diariamente no desenvolvimento de ações que visam a melhoria das nossas comunidades em prol da transformação social. Este é um ótimo momento para nos reconhecermos como cidadãos ativos e participativos e promover ações para que as eleições desse ano elejam representantes sérios e responsáveis.

Acesse e divulgue sites como Ficha limpa, Voto consciente e Eleitor 2010, onde você vai encontrar informações sobre os candidatos às eleições deste ano, ou ainda, o site 10 Perguntas, onde você pode enviar e votar nas 10 perguntas mais importantes para os candidatos à Presidência.

Voto Consciente - http://www.votoconsciente.org.br/site/

Ficha Limpa - http://www.fichalimpa.org.br/

10 perguntas - http://www.10perguntas.com.br/

Eleitor 2010 - http://eleitor2010.com/

Trabalhe em sala de aula conteúdos que promovam o voto consciente...

Divulgue em sua lan house sites que ajudam a conhecer melhor o perfil dos candidatos às Eleições 2010...

Mobilize e incentive ações cidadãs em sua comunidade!

SEJA UM AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO!!!

Por Rodrigo Baggio
Blog: Momento Arrá

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Chuva de meteoros irá invadir o céu da sexta-feira 13

A Terra está passando por um local no universo repleto de detritos deixados pela passagem de um cometa. Como consequência, as pessoas poderão ver no Brasil, principalmente entre 0h30 e 2h30 da sexta-feira (13), uma chuva de meteoros. Em uma hora, dezenas de meteoros se chocarão com o planeta causando um show pirotécnico natural no céu.

Segundo a Sociedade Astronômica Real, do Reino Unido, será uma das chuvas de meteoros em melhores condições de visualização dos últimos anos, já que a Lua Nova não atrapalhará com a luz refletida do Sol. Porém, o fenômeno deverá ser melhor observado do Hemisfério Norte.

Detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle são os responsáveis pela chuva de meteoros Perseidas - os meteoros são provenientes da direção da constelação de Perseus. Os observadores poderão ver de 60 a 100 "estrelas cadentes" durante o pico. Os meteoros entram na atmosfera da Terra a cerca de 216 mil quilômetros por hora.

Diferentemente de outros fenômenos astronômicos, para observar meteoros não é preciso equipamentos especiais. Na verdade, é melhor vê-los a olho nu. Mas o céu não pode estar nublado. Até em cidades com poluição luminosa intensa, como São Paulo, será possível admirar um pouco da chuva.
 
Fonte: Yahoo! Notícias

Eleições 2010 - Crimes eleitorais

Os chamados crimes eleitorais são um dos temas mais importantes relacionados às eleições, embora muitas pessoas ainda não tenham percebido. Crime eleitoral não atinge apenas candidatos, mas também eleitores. Eles podem ocorrer em qualquer fase da eleição e resultam em penalidades que vão do pagamento de multas a penas de detenção e reclusão.
Especificamente no dia da eleição são considerados crimes fazer desordem ou concentração de eleitores que atrapalhem, impeçam ou mesmo fraudem a votação. É considerado crime fornecer alimento ou transportes a eleitores. Práticas comuns, como fazer boca de urna, comício, carreatas, distribuir material de propaganda política na rua e em locais de votação também são ilegais.
Além disso, é considerado crime o uso de qualquer material de propaganda eleitoral por parte dos mesários e de funcionários da Justiça Eleitoral. Também está sujeito à punição quem violar ou tentar violar o sigilo do voto.
Um dos poucos tipos de manifestação política permitida no dia da votação é a individual e silenciosa do eleitor (não pode haver aglomeração), que pode usar camiseta, bandeira e colocar adesivo em carro.
Também são crimes eleitorais, não relacionados especificamente ao dia da votação, doar ou pedir doação de dinheiro ou presente em troca de voto mesmo que a oferta não seja aceita;  usar de violência ou coação para influenciar alguém a votar ou deixar de votar; se recusar a trabalhar nas eleições, quando convocado ou promover tumulto que atrapalhe a votação.
A legislação também impede o uso de veículo ou prédio público para fazer campanha eleitoral. Proibe também causar danos propositais ou violar o sigilo da urna eletrônica; alterar ou falsificar os boletins de votação ou o alistamento eleitoral, tanto original quanto na transferência de título.
No entanto, nenhum eleitor poderá ser preso a partir do dia 28/09 (terça-feira) até 48 horas depois da votação – que vai ocorrer no dia 03/10 (domingo). A exceção dessa regra são os casos de flagrante delito e sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

Origem: Saiba mais sobre as regras, processos e datas eleitorais - Yahoo! Eleições

Eleições 2010 - Como os partidos se financiam?

A principal fonte de financiamento dos partidos políticos sai dos cofres do próprio governo, por meio do Fundo Partidário. Ele é constituído dotações orçamentárias públicas, somadas a multas e penalidades eleitorais aplicadas aos candidatos e partidos.
 
O Fundo Partidário foi instituído pela Constituição de 1988 como uma forma de evitar a ingerência do poder econômico nas decisões partidárias. Ele é composto tendo como base o valor de R$ 7 por eleitor alistado na Justiça Eleitoral até o ano anterior ao das eleições e multiplicado por R$ 0,35. A esse valor somam-se a quantia arrecadada por meio de multas eleitorais.

Estima-se que em 2010 o total do Fundo Partidário chegue à casa dos R$ 190 milhões. Esse total não para de crescer: em 2004 era de R$ 112 milhões; em 2006, R$ 117 milhões; em 2009, R$ 184 milhões.

Cada partido recebe recursos do fundo proporcionalmente a partir de um cálculo que considera, entre outros quesitos, o número de votos obtidos na eleição para a Câmara dos deputados.
Além dos recursos repassados via Fundo Partidário, durante as campanhas eleitorais os partidos também arrecadam por meio de contribuições de apoiadores, tanto empresas, quanto eleitores.

Os gastos de campanha são limitados a um orçamento estabelecido pelo próprio partido e informado à Justiça Eleitoral. Ao final da campanha, as candidaturas devem prestar contas desses gastos, mas as chamadas “sobras de campanha” ficam à disposição das siglas.
Para se ter idéia de valores, vale a pena avaliar o custo oficial estimado para as campanhas presidenciais. Dilma Rousseff (PT) declarou gastos de até R$ 157 milhões; José Serra (PSDB) informou outros R$ 180 milhões à Justiça Eleitoral e Marina Silva (PV) estimou que gastará R$ 90 milhões.

Especialistas em campanhas, entretanto, avaliam que os valores podem ser muito maiores do que o custo divulgado, caso parte do dinheiro seja arrecadada sem ser contabilizada. É o famigerado caixa 2. Trata-se de uma prática ilegal, mas muito disseminada na política brasileira.

Também devem ser considerados como recursos dos partidos o chamado horário eleitoral gratuito que, na verdade, não é gratuito. O tempo que as emissoras de TV e rádio dispensam às transmissões partidárias são compensados com o governo por meio de créditos tributários. Ou seja, a propaganda eleitoral é paga, e com dinheiro público.

Eleições 2010 - Qual a diferença entre voto em branco e voto nulo?

Na prática, não há mais diferença entre um e outro. Nenhum deles conta na hora de fazer a soma oficial dos votos de cada candidato. Desde 1997, quando houve uma mudança na legislação eleitoral, os votos brancos e nulos passaram a ter significado quase idêntico, ou seja, não ajudam e nem atrapalham a eleição. Como muita gente não sabe disso, a confusão persiste.

O voto nulo ocorre quando o eleitor digita, de propósito, um número errado na urna eletrônica e confirma o voto. Para votar em branco, o eleitor aperta o botão "branco" do aparelho. Antes de existir urna eletrônica, quem quisesse anular o voto rasurava a cédula de papel – tinha gente que escrevia palavrão e até xingava candidatos. Quem desejasse votar branco, simplesmente deixava de preencher os campos da cédula.

As dúvidas sobre esse assunto sobrevivem porque, até 1997, os votos em branco também eram contabilizados para se chegar ao percentual oficial de cada candidato. Na prática, era como se os votos em branco pertencessem a um "candidato virtual". Mas os votos nulos não entravam nessa estatística.

Com a lei 9.504/97, os votos em branco passaram a receber o mesmo tratamento dos votos nulos, ou seja, não são levados em conta. A lei simplificou tudo, pois diz que será considerado eleito o candidato que conseguir maioria absoluta dos votos, "não computados os em brancos e os nulos".

Mas por que então os votos em branco eram contabilizados antes? Há controvérsia sobre isso. Alguns juristas e cientistas políticos sustentam que o voto nulo significa discordar totalmente do sistema político. Já o voto em branco simbolizaria que o eleitor discorda apenas dos candidatos que estão em disputa. Daí, ele vota em branco para que essa discordância entre na estatística. Porém, depois da mudança da lei essa discussão perdeu o sentido, já que tanto faz votar branco ou nulo.

Vale a pena lembrar também que nas últimas eleições tem circulado e-mails que pregam anular o voto como forma de combater a corrupção na política.

Esses textos dizem que se houver mais de 50% de votos nulos e brancos a eleição será cancelada e uma nova eleição terá de ser marcada, com candidatos diferentes dos atuais. Puro engano. Tudo isso não passa de leitura errada da legislação, segundo as mais recentes interpretações do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Eleições 2010 - Como é feita a contagem dos votos?

O sistema eleitoral brasileiro, que utiliza votação e contagem de votos por meio de urna eletrônica, é uma das mais bem-sucedidas iniciativas tecnológicas do país. Trata-se de um modelo único no mundo, campeão em agilidade na contagem dos votos e na divulgação de resultados.

A primeira tentativa de empregar computadores no lugar da urna de pano e da cédula de papel ocorreu em 1989,  em Brusque (SC), sob responsabilidade do juiz Carlos Prudêncio, que foi uma espécie de inventor do sistema. Essa experiência piloto inspirou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a investir na introdução da eleição eletrônica em escala nacional.

Em 1995, o TSE formou uma equipe, composta por juristas e pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e do CTA (Centro Técnico Aeroespacial), de São José dos Campos, que definiram  as especificações da urna eletrônica e do sistema de votação.

A primeira votação com a urna eletrônica ocorreu em 1996, somente nas capitais. Cerca de 33  milhões de pessoas, que equivaliam a um terço do eleitorado, testaram a novidade. Nas eleições de 1998, o percentual subiu para dois terços do eleitorado, com a inclusão de cidades acima de 200 mil habitantes.

A partir do ano 2000, o projeto foi totalmente implantado e vem sendo usado sucessivamente, nas eleições de 2002, 2004 e 2006.  Com isso, o voto de papel e os prazos de semanas para totalização viraram coisa do passado. Os resultados já podem ser obtidos em questão de horas.

O sucesso do sistema brasileiro fez com que outros países o copiassem. Atualmente, Argentina, México, Paraguai, Equador e República Dominicana utilizam a urna eletrônica brasileira e recebem consultoria do TSE.

Além da rapidez e eficiência, a segurança é outra característica que se destaca na urna eletrônica. Em 2002, uma comissão de cientistas da Unicamp estudou detalhadamente o sistema e concluiu que ele  é “seguro, robusto e confiável”. Em 2009, o TSE promoveu um teste de segurança com a participação de hackers, que não conseguiram violar o sistema.

Entre seus vários requisitos de segurança,  a urna eletrônica emprega assinatura digital, certificado digital e criptografia. O sistema todo pode ser auditado em qualquer uma de suas fases.

Durante a votação, a rede do TSE é fisicamente isolada por meio de um sistema complexo de firewall, no qual são empregadas várias redes conhecidas como DMZ (abreviação, em inglês, da expressão “Zona Desmilitarizada”).

Algumas pessoas criticam a urna eletrônica ao afirmar que ela não permite a recontagem dos votos, pois não há voto em papel para ser recontado. Isso não é verdade. Desde 2003 existe o Registro Digital do Voto, que é o equivalente magnético ao arquivamento da cédula de papel. O arquivo é criptografado, possui cópia de segurança na urna e não permite que o eleitor seja identificado. Ele permite, sim, que haja recontagem de votos, quando necessário.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Eleições 2010 - O voto no candidato e o voto na legenda

Uma das opções para quem está indeciso sobre a escolha de candidato a deputado estadual ou deputado federal é votar no partido. Para isso, a legislação brasileira prevê o voto de legenda, pelo qual quem não escolheu um candidato específico vota na sigla. O eleitor que opta por esse tipo de voto digita na urna eletrônica apenas o número da agremiação partidária.
Os votos de legenda serão somados aos votos individuais, num cálculo chamado de quociente partidário – que determina quantas vagas em disputa ficarão com cada partido ou coligação partidária. No fim do processo, conquistarão mais cargos os partidos mais bem votados e, dentro deles, os candidatos mais bem votados.
Esse processo ocorre dessa forma porque o Brasil adota o sistema de eleição proporcional, que leva em conta tanto os votos recebidos pelo partido quanto os votos nominais em cada candidato.
Um dos efeitos colaterais do sistema proporcional consiste na eleição de candidatos que receberam número mínimo de votos individuais. Esse fenômeno ocorre quando o partido possui um "puxador de votos" forte, que consegue votação nominal alta e acaba favorecendo outros candidatos da mesma coligação.
O exemplo mais notório desse tipo de situação ocorreu na eleição do falecido deputado Enéas Carneiro, do extinto Prona (Partido da Reedificação da Ordem Nacional). Depois de disputar por três vezes a Presidência da República, com o bordão “Meu nome é Enéas”, ele se elegeu deputado federal, por São Paulo, com 1,57 milhão de votos. A votação extraordinária de Enéas permitiu que seu partido elegesse outros cinco deputados federais – um deles com apenas 275 votos.
Outra crítica recorrente ao sistema eleitoral brasileiro diz respeito à diferença de representação de estados na Câmara dos Deputados. Como exemplo, São Paulo, estado mais populoso, com 40 milhões de habitantes, tem 70 deputados.  Já o Acre, com menos de 600 mil habitantes, possui oito deputados. Em outras palavras, o voto do eleitor acreano equivale a 13 votos de paulistas.
A legislação brasileira estipula teto de 70 deputados por estado – caso de São Paulo – e piso de oito representantes. Essa regra acabou produzindo representação desproporcional, decorrentes da criação de novos e pouco populosos estados nas últimas décadas, tais como Acre, Roraima, Rondônia, Amapá, Mato Grosso do Sul e Tocantins.


Mais de 80% dos clientes não sabem que têm direito a serviço bancário gratuito




Em Terça-feira 10/8/2010, às 8:00
 
SÃO PAULO – Mais de oito em cada dez brasileiros não sabem que é possível usar serviços bancários sem pagar por eles, revelou levantamento realizado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) com mais de 470 internautas e divulgado nesta segunda-feira (9).
Tratam-se dos chamados “serviços essenciais”, que são imprescindíveis à livre movimentação da conta-corrente ou poupança e que, por isso, devem ser oferecidos de graça, de acordo com a Resolução 3.518/07, publicada em abril de 2008 pelo Banco Central.
A explicação para os brasileiros não saberem desses serviços, de acordo com o Idec, é a falta de comprometimento dos bancos em informar o cliente, principalmente sobre a possibilidade de abrir uma conta usando apenas esses serviços.
Para chegar a esta conclusão, o instituto avaliou a prática de dez instituições (Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, CEF, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Santander e Unibanco) e constatou que, em seis bancos, não é possível saber que serviços essenciais podem ser contratados isoladamente.
Os serviços essenciaisDe acordo com o Idec, os serviços essenciais devem atender consumidores que usam apenas operações bancárias básicas, para que possam manter uma conta sem ônus. Confira abaixo quais são eles:
  • Fornecimento de cartão com função de débito e segunda via, exceto em casos decorrentes de perda, roubo, danificação e outros.
  • Fornecimento de dez folhas de cheques por mês, desde que o correntista tenha os requisitos necessários à utilização de cheques.
  • Realização de até quatro saques por mês, em guichês de caixa, inclusive por meio de cheque, ou em terminal de autoatendimento.
  • Fornecimento de até dois extratos com a movimentação do mês em terminal de autoatendimento.
  • Consultas via internet (bankline).
  • Duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês.
  • Compensação de cheques e fornecimento ao cliente pessoa física, até 28 de fevereiro de cada ano, de extrato discriminando, mês a mês, as tarifas cobradas no ano anterior.
Origem: Yahoo! Finanças